Paróquia Santo Antônio - Itapira - Diocese de Amparo
 
 

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História da Paróquia
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A Paróquia Santo Antônio de Itapira foi criada em 31 de agosto de 1958, tendo como seu primeiro vigário o Cônego Mateus Ruiz Domingues. Em maio de 1965, foram iniciadas as obras da atual matriz, sendo que neste mesmo ano foi realizado o solene lançamento da Pedra Fundamental, com a presença do Arcebispo de Campinas, Dom Paulo de Tarso Campos.

Em 12 de março de 1967 foi inaugurada a primeira parte igreja, que foi concluída totalmente apenas em 1970, tendo sua inauguração e sagração realizada no dia 8 de abril de 1973, com a presença de um grande número de fieis, em cerimônia presidida pelo então Arcebispo de Campinas, Dom Antonio Maria Alves Siqueira.

Itapira e toda sua comunidade católica ganhavam uma nova Igreja, construída em linhas modernas e que exibe logo na fachada, com cinco metros de altura, uma bela imagem do padroeiro, Santo Antonio, do escultor Lélio Coluccini. Suas linhas de concepção moderna se conjugam perfeitamente com a moldura arquitetônica formada pelo exterior do edifício.

A Igreja revela em todos os sentidos, uma união da arte com a fé. Sua decoração predomina no tema das mãos - mãos que suplicam , mãos que acolhem , mãos que realizam ... (Via Sacra das Mãos - também do escultor Lélio Coluccini).

A paróquia compreende atualmente uma uma região com cerca de 5 mil católicos.Dessa população, cerca 1200 pessoas presenciam semanalmente as missas na igreja Matriz Santo Antonio, onde cerca de 100 pessoas atuam como voluntários em atividades ligadas a Igreja.

Entre os principais padres que passaram pela paróquia, podemos citar:

- Padre Mateus Ruiz Domingues, de 1958 a 29 de setembro de 1973(+).
- Padre Paulo Nogueira, de 3 de fevereiro de 1974 até 20 de novembro de 1975.
- Frei Celestuio Cristofolini, de 23 de dezembro de 1975 a 26 de abril de 1976.
- Padre Sebastião Pacheco, de maio a junho de 1976.
- Padre José Veríssimo Sibineli, de 1976 a 1980.
- Padre José Júlio, até 1983.
- Padre Jascinto Domene Martins, de 1983 até 2001.
- Padre Pedro Maia Pastatana, de 2002 até 2009.
- Padre Ailton Cavicchioli Tiepo, de agosto de 2009 a julho de 2010.
- Padre Tadeu Francisco Bonetti, de 11 de julho à 22 de agosto de 2010.
- Padre Adriano Broleze, de 22 de agosto de 2010 à 08 de abril de 2012.
- Padre Edson Andretta, de 08 de abril de 2012 à 15 de Dezembro de 2013.
- Padre Tarlei Navarro Pádua Souza, desde 15 de Dezembro de 2013.

Fontes:
Revista da Diocese de Amparo
Jornal Tribuna de Itapira
Livro Tombo da Paróquia Santo Antônio
Diocese de Amparo
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Dados Gerais:
Ano de Criação: 1997
Bispo: Dom Luiz Gonzaga Fechio

Endereço: Rua Conde de Parnaíba, 294 CEP 13900-970 - Caixa Postal 248 Amparo (SP)
Fone: (19) 3807-3192
E-mail: diamparo@uol.com.br
Arquidiocese: Campinas

Breve Histórico:
A Diocese de Amparo (Em latim Diœcesis Amparensis) nasceu no dia 23 de dezembro de 1997. Foi um momento de grande alegria, pois há muito tempo se pensava em tornar a REGIÃO LESTE DE CAMPINAS em uma Diocese, pois, com o crescimento rápido da Arquidiocese de Campinas, tornava-se difícil à presença do pastor, o Arcebispo Metropolitano, junto a todas as comunidades.

Formou-se então uma comissão composta de párocos dessa região leste da Arquidiocese encarregada de estudar e encaminhar o assunto, instaurando assim um PROCESSO DE CRIAÇÃO DA NOVA DIOCESE. Muitas reuniões foram feitas e a equipe responsável, assessorada por técnicos, promoveu um amplo levantamento sócio-econômico-religioso da região, visitando todas as paróquias e comunidades, produzindo um trabalho escrito de grande valor histórico, que, posteriormente, foi enviado à Santa Sé.

O então Arcebispo de Campinas, Dom Gilberto Pereira Lopes, na Assembleia dos Bispos do Regional Sul da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, em Itaici, município de Indaiatuba, pediu o parecer dos Bispos do Estado de São Paulo, que foi favorável, por unanimidade, à criação da nova Diocese. O Arcebispo escreveu, então, carta ao Santo Padre, o Papa João Paulo II, em 20 de Abril de 1.995, nestes termos: "Prostrados ante Vossa Santidade e implorando benção, venho trazer o pedido de criação de uma nova Diocese, desmembrada da nossa Arquidiocese de Campinas, no Estado de São Paulo, Brasil".

No dia 23 de dezembro de 1.997, Sua Santidade o Papa João Paulo II, atendendo ao pedido, criou através da Bula Pontifícia, “ECCLESIAE UNIVERSAE”. a Diocese de Amparo, no Estado de São Paulo, Brasil, com território desmembrado da Arquidiocese de Campinas e de uma pequena parte do território da Diocese de Limeira. Assim, a Diocese de Amparo é formada por onze municípios: AMPARO, MOGI-MIRIM, ITAPIRA, HOLAMBRA, SANTO ANTÔNIO DE POSSE, PEDREIRA, JAGUARIÚNA, MONTE ALEGRE DO SUL, SERRA NEGRA, LINDÓIA e ÁGUAS DE LINDÓIA.

Na mesma Bula Papal, o Santo Padre nomeou como bispo diocesano de Amparo, Dom Francisco José Zugliani, do clero da Diocese de São Carlos no Brasil, pároco de Nossa Senhora do Patrocínio, na cidade de Jaú. A instalação da nova diocese aconteceu no dia 25 de março de 1.998, em cerimônia memorável, com solene celebração eucarística defronte a Igreja Catedral, presidida por Dom Gilberto Pereira Lopes, Arcebispo Metropolitano de Campinas, com a participação marcante de bispos, sacerdotes, religiosos, religiosas e milhares de fiéis vindos das onze cidades da Diocese de Amparo. Nessa missa, foi também empossado como bispo diocesano, Dom Francisco José Zugliani.

A nova diocese surgia então com 22 paróquias, 19 sacerdotes do clero diocesano, 13 sacerdotes do clero religioso, 162 religiosas distribuídas por 9 congregações e 23 casas religiosas. Conta ainda a diocese com um Seminário: "Seminário Maior São José", de Filosofia e Teologia, localizado na cidade de Pedreira. Dom Francisco José Zugliani, nesses 12 anos de bispo, criou duas paróquias, organizou a Diocese em três foranias, editou normas para a boa administração da Diocese e ordenou 14 padres. Dom Francisco dedicou grande parte de seu tempo à construção de um seminário, no município de Jaguariúna, em uma área de 10.000 metros. Esse seminário, de 5 pavilhões de 2 andares cada e um pavilhão térreo, com capacidade para grande quantidade de seminaristas, no entanto, ficou inconcluso, quando Dom Francisco se tornou emérito.

No dia 24 de Outubro de 2010, foi empossado o 2° bispo diocesano, Dom Pedro Carlos Cipollini, vindo do clero da Arquidiocese de Campinas. Dom Pedro Carlos realizou visitas pastorais por toda a Diocese, criou sete paróquias, admitiu 12 padres que vieram ajudar na Diocese e criou mais uma forania. Foi realizado um processo de Planejamento participativo, que resultou no 1° Plano de Pastoral Diocesano. Em preparação para este 1° Plano de Pastoral, Dom Pedro Carlos, enviou a todos os diocesanos, sua primeira Carta Pastoral. O seminário São José, em Pedreira, passou por uma grande reforma e está servindo à Diocese. Quanto ao monumental seminário em Jaguariúna, que estava sendo construído anteriormente, por decisão unânime do clero teve suas obras paralisadas, devido ao grande custo da obra e o exagerado tamanho da construção, desnecessário para a quantidade de seminaristas que temos. Foi requisitado, da Paróquia Catedral, o edifício hoje denominado São João XXIII, que totalmente remodelado, é utilizado como Cúria e Centro Pastoral Diocesano.

Dom Pedro Carlos, juntamente com o presbitério, reformularam o Diretório dos Sacramentos, já existente, e elaboraram o Diretório dos Presbíteros, o Diretório Litúrgico e o Diretório de Formação. Até o momento, Dom Pedro Carlos, ordenou 9 padres diocesanos e 2 religiosos.

FORANIAS

A Diocese de Amparo é composta por 5 foranias.

1) FORANIA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
Vigário Forâneo: Pe. Cândido Eduardo Costa
Composição: Compreende as Paróquias de: ÁGUAS DE LINDÓIA (Paróquia Nossa Senhora das Graças), LINDÓIA (Paróquia Nossa Senhora das Brotas), MONTE ALEGRE DO SUL (Paróquia Senhor Bom Jesus - Santuário),
SERRA NEGRA (Paróquia Nossa Senhora do Rosário e Paróquia São Francisco de Assis).

2) FORANIA SÃO JOSÉ
Vigário Forâneo: Pe. Nelson Antonio Demiciano.
Composição: Compreende as Paróquias de MOGI MIRIM: Paróquia Santa Cruz, Paróquia São Benedito, Paróquia São José, Paróquia Senhor Bom Jesus do Mirante, Paróquia São Joaquim e Sant´Ana e Paróquia São Pedro Apóstolo.

3) FORANIA NOSSA SENHORA DA PENHA
Vigário Forâneo: Pe. Ademir Bernardelli.
Compreende o município de ITAPIRA: Paróquia Nossa Senhora da Penha, Paróquia Santo Antonio, Paróquia São Benedito, Paróquia São Judas Tadeu, Paróquia Nossa Senhora Aparecida dos Prados e Paróquia Santa Rita de Cássia.

4) FORANIA SANT'ANA
Vigário Forâneo: Pe. Paulo Henrique Dias
Composição: Compreende as Paróquias de: HOLAMBRA (Paróquia Divino Espírito Santo), JAGUARIÚNA (Paróquia Santa Maria, Paróquia Sagrado Coração de Jesus e Paróquia Beata Irmã Dulce), PEDREIRA (Paróquia Sant'Ana, Paróquia Santo Antonio de Pádua e Paróquia Nossa Senhora Aparecida do Triunfo), SANTO ANTONIO DE POSSE (Paróquia Santo Antonio).

5) FORANIA JESUS BOM PASTOR
Vigário Forâneo: Pe. Anderson Frezzato
Composição: Compreende as Paróquias de: AMPARO (Paróquia Nossa Senhora do Amparo - Catedral Diocesana, Paróquia São Benedito, Paróquia São João Batista, Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Arcadas, Paróquia São Sebastião e Paróquia São José Operário)
Horários de Missa
Comunidade Santo Antônio

Horários de Missas

- Toda Terça-feira Missa às 19:30 hrs

- Toda 1ª Sexta-feira do mês Missa às 18:30 hrs (Adoração ao Santíssimo e em Seguida Santa Missa)

- Todo dia 13 Missa e Benção dos Pães de Santo Antônio (Dias de Semana às 19:30 hrs e Sábados às 18:00 hrs e Domingos às 19:00 hrs)

- Aos Sábados Missa às 18:00 hrs

- Aos Domingos Missa às 09:00 hrs e às 19:00 hrs.


Comunidade Menino Jesus de Praga

- Quarta-feira Missa às 19:30 hrs (Com exceção da 5ª Quarta-feira).
Rua 24 de Outubro, 492 - Boa Vista

Comunidade Bom Jesus

- Sábados Missa às 16:30 hrs
Rua Ipiranga, 50 - Vila Bazani

Comunidade Imaculada Conceição

- Domingos Missa às 07:00 hrs
Rua Luiz Caversan, 40 - São Vicente

Comunidade São Sebastião

- 1ª Quinta-feira do Mês Missa às 19:30 hrs
Bairro Cercado Grande

Capela Santa Terezinha

- Sextas-feira Missa às 19:00 hrs (Com exceção da 1ª Sexta-feira)
Bairro Brumado

Capela Lar São Vicente de Paulo

- Quintas-feira Missa às 15:00 hrs
Rua José Marcelino da Costa, 2 - São Vicente

Capela Santa Barbara

Última Sexta-feira do Mês às 19:00hrs.
Padroeiro
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Santo Antônio de Pádua, também conhecido como Santo Antônio de Lisboa, nasceu em Lisboa, no ano de 1195, com o nome de Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo. É contemporâneo de um outro grande santo, São Francisco de Assis. Santo Antonio foi cônego regular em Portugal até os vinte e cinco anos, quando um fato mudou a sua vida. Ao saber que cinco franciscanos tinham sido martirizados em Marrocos, como conseqüência da tentativa de evangelizar infiéis, Santo Antonio decidiu seguir-lhe os passos e ser um missionário. Foi então que entrou para a ordem dos frades franciscanos e logo foi enviado para trabalhar entre os muçulmanos de Marrocos. Porém, com problemas de saúde, foi obrigado a retornar para a Europa, permanecendo em um eremitério na Itália. Durante este tempo, ocupou vários cargos, como o de professor em sua ordem na Itália e na França e também pregando nos lugares onde a heresia era mais forte. O combate à heresia era feito não apenas através da pregação, mas também por meio de milagres espantosos. Sabia de cor quase todas as Escrituras e tinha um dom especial para explicar e aplicar as mais difíceis passagens.

Em 1231, seu sermão alcançou o ápice de intensidade, porém, foi neste mesmo ano que o santo foi acometido de uma doença inesperada, e ele veio a falecer em Arcella, no dia 13 de junho, aos 36 anos de idade. Santo Antonio foi canonizado por Gregório IX em 30 de maio de 1232. É um santo de grande popularidade, principalmente nos países latinos, onde o povo costuma invocá-lo para encontrar objetos perdidos e auxiliar moças solteiras a encontrar noivos.

Confira também:

Santo Antonio de Pádua (por Sem. Bruno Pereira Gandolphi)
Secretaria Paroquial
Horário da Secretaria:
Segunda das 12:30 às 17:00 horas
Terça a Sexta-feira: 08h30 às 11:30h e 12h30 às 17h
Sábado: 08h às 12h
Atendente: Jaine
Localização
Rua Ribeiro de Barros, 272, Centro, Itapira (SP).


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Dom Pedro Carlos Cipolini
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DOM PEDRO CARLOS CIPOLLINI (de 2010 a 2015) - Transferido para Diocese de Santo André - SP

Nasceu aos 04 de maio de 1952, na cidade paulista de Caconde, filho de João Cipolini e Alzira Carneiro Cipolini. Tem três irmãos, um dos quais é também sacerdote, e três irmãs. Na Matriz de Nossa Senhora da Conceição (hoje Basílica) em Caconde, foi batizado em 25 de maio de 1952, crismado em 14 de novembro de 1954 por D. Luiz Mousinho e fez a primeira comunhão em 18 de outubro de 1959.
Cursou a escola primária no Grupo Escolar Dr. Cândido Lôbo, em Caconde, e o ginásio e colegial no Ginásio Prof. Fernando Magalhães, também em Caconde.
Em 1973, ingressou no Seminário Central Imaculada Conceição, do Ipiranga (São Paulo-SP), pela Diocese de Franca-SP. Cursou Filosofia na FAI (Faculdades Associadas do Ipiranga), em São Paulo (1973-1975). Cursou também Pedagogia (1975-1976), obtendo a licenciatura em Filosofia e Pedagogia. Fez o curso integrado de Teologia, na Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, da Arquidiocese de São Paulo, obtendo o bacharelado em Teologia (1973-1977).
Foi ordenado diácono na Catedral da Imaculada Conceição em Franca-SP, em 07 de setembro de 1977, e Presbítero na mesma catedral, no dia 25 de fevereiro de 1978, pelo Bispo Diocesano de Franca, D. Diógenes Silva Matthes.
Nomeado pároco da Paróquia São Sebastião, em Franca, tomou posse em 16 de março de 1978. Aí desenvolveu intenso apostolado, reorganizando a paróquia, dividindo-a em setores pastorais. Promoveu as pastorais e o trabalho do Grupo Fraterno Auxílio Cristão, em prol dos menos favorecidos. Reformou a igreja e a casa paroquial, promovendo a construção da Igreja do Menino Jesus de Praga, hoje Paróquia. Foi também pároco do município de Restinga, então capela anexada à Paróquia de S. Sebastião, de Franca. Em 1980, publicou pela Editora Paulinas, o livro “Um cristão para hoje”, que atingiu várias edições. Entre outros cargos ocupados na Diocese de Franca, Pe. Pedro foi Coordenador Diocesano de Pastoral (1982-1983), professor e coordenador de estudos do Seminário Propedêutico (1983-1984).
Em 1984-1985, cursou pós-graduação em Teologia, na Faculdade Pontifícia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo, obtendo o Mestrado em Teologia, após defender tese em Teologia Dogmática. No ano em que morou em S. Paulo para escrever sua tese, foi vigário paroquial da Paróquia Imaculada Conceição, do Ipiranga, junto à Faculdade Assunção (1985). Frequentou o Curso de Extensão Universitária sobre o novo Código de Direito Canônico, no Instituto de Teologia Salesiano Pio IX, em julho de 1983.
Transferindo-se para Campinas, passou a lecionar no Instituto de Teologia da PUC. Foi nomeado pároco da Paróquia dos Santos Apóstolos, na Vila Boa Vista, na periferia de Campinas, tomando posse da paróquia em 28 de dezembro de 1985. Foi definitivamente incardinado no clero de Campinas, por decreto do Sr. Arcebispo D. Gilberto Pereira Lopes, datado de 28 de janeiro de 1987.
Na Paróquia dos Santos Apóstolos, atuou no sentido de incentivar as pastorais sociais e a participação do povo na melhoria da qualidade de vida. Fundou e desenvolveu a Pastoral da Saúde para visita aos doentes. Realizou construções de salas para catequese e capela nos Parques Santa Bárbara e Fazendinha.
Durante os anos de 1987 a 1989, exerceu o cargo de Diretor Espiritual do Seminário Propedêutico São José de Pedreira e Seminário Imaculada de Filosofia da Arquidiocese. Também foi Vigário Episcopal da Região Episcopal Norte, de 1988 a 1990. Foi membro do Conselho Episcopal e do Conselho de Pastoral da Arquidiocese. Em janeiro e fevereiro de 1990, frequentou o curso de Eclesiologia para professores de Teologia, promovido pela SOTER/INP/CNBB.
Cursou o doutorado em Teologia na Itália, residindo em Roma, no Colégio Pio Brasileiro (1990-1992). Estudou na Universidade Gregoriana, onde defendeu tese de doutorado em Eclesiologia, conseguindo a laurea (magna cum laude). Teve oportunidade de visitar vários países da Europa e participar de cursos e estudos em muitas instituições culturais.
Regressando a Campinas em 1993, foi nomeado Administrador Paroquial e, em seguida, pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, no Bairro Taquaral. Foi Diretor de Estudos do Seminário Imaculada de Teologia da Arquidiocese de Campinas (1993-1994). Retomou suas aulas na PUC, a partir de 1993, como Professor Titular, lecionando História da Igreja Antiga, Eclesiologia, Mariologia e Epistemologia Teológica, Estágio Pastoral (Ecumenismo e Pastoral Urbana). Em 1996, fez parte da Comissão Central do "Projeto de Evangelização Rumo ao Novo Milênio". Foi Coordenador do Departamento de Teologia Sistemática no ITCR-Puccamp, de 1997 a 1998. Em 1997, fez o Curso de Extensão Universitária sobre “Formação Espiritual nos Seminários Maiores”, em Viamão-RS, promovido pela CNBB e Faculdade de Filosofia da PUCRS.
Na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, promoveu a reorganização e modernização da paróquia, direcionando-a para ser um centro de pastoral e evangelização. Instituiu o Conselho de Assuntos Econômicos (CAE) e o Conselho de Pastoral Paroquial (CPP). Organizou vários cursos de formação e atualização para casais, jovens e crianças. Teve papel destacado no trabalho de conscientização da população, a fim de reivindicar e conseguir a melhoria das condições de saúde da população do Taquaral, através da construção, pelo município, de um Novo Centro de Saúde, atualmente em funcionamento.
Escritor e articulista, publica seus artigos no jornal Correio Popular. Manteve uma coluna quinzenal no jornal do Bairro Taquaral (Folha do Taquaral), enquanto ali trabalhou. Aliando ao ministério da pregação da Palavra de Deus no púlpito, o ministério da pregação pela imprensa e meios de comunicação, são inúmeras as entrevistas, principalmente pela TV, que tornaram o Pe. Pedro Carlos Cipolini conhecido na cidade de Campinas, além de cursos, retiros, palestras e pregações em diversas Igrejas e comunidades.
Em 03 de março de 1997, Pe. Pedro Carlos Cipolini foi escolhido para ser o Vigário Forâneo da Forania Coração de Maria, uma das cinco Foranias (ou regiões pastorais) em que está dividida a cidade de Campinas, cargo que exerceu até o fim do mandato em 1999. Foi Diretor Espiritual do Seminário Imaculada de Filosofia, da Arquidiocese de Campinas (1997-2000) e membro do Conselho de Presbíteros.
Em 1998, foi nomeado pelo Sr. Arcebispo de Campinas, Coordenador Responsável da visita das Relíquias de Santa Teresinha a Campinas, acontecimento que reuniu milhares de pessoas para momentos inesquecíveis de veneração, oração e emoção.
No dia 08 de março de 1998, com a bênção do Arcebispo de Campinas, Pe. Pedro inaugurou a Capela de São Sebastião, que também faz parte da Paróquia Nossa Senhora de Fátima. A ampliação e reforma desta antiga capela era uma aspiração da população do bairro, há bem vinte anos. Demolida a capelinha antiga em 1995, a nova foi construída em tempo recorde, com a ajuda da população.
Recebeu o título de “Cidadão Honorário de Campinas”, em 06 de março de 2000, título concedido a pedido do vereador Romeu Santini e aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal.
Em julho de 2000, publicou pela Editora Alínea, um livro sobre pastoral urbana, “Cidade transfigurada: o futuro do mundo urbano passa pela solidariedade”.
Em 09 de setembro de 2000, na Basílica Nossa Senhora do Carmo, Pe. Pedro tomou posse como o novo pároco da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, no centro de Campinas, indo substituir Mons. Geraldo Azevêdo nas lides daquela Paróquia, onde se encontra até hoje. Foi nomeado Vigário Forâneo da Forania Santos Apóstolos, para o biênio de 2001-2002. Desde então tem exercido a função de Diretor Espiritual da Ordem Terceira Secular de Nossa Senhora do Monte Carmelo, anexa à Basílica.
Em 06 de março de 2001, foi nomeado Cônego Catedrático do Cabido Metropolitano de Campinas. Em 05 de dezembro de 2002, foi nomeado Vigário Episcopal da Região Episcopal Campinas, cargo que ocupou até a chegada do novo Arcebispo, D. Bruno Gamberini, em agosto de 2004, quando então foi nomeado Coordenador de Pastoral da Região Campinas, permanecendo no cargo até dezembro de 2008.
Em março de 2003 foi nomeado Assessor Eclesiástico da Comissão Arquidiocesana de Pastoral Familiar. De 2002 a 2008, foi membro do Conselho Arquidiocesano de Pastoral (CAP) e do Conselho de Presbíteros. De de 2004 a 2008, foi membro da Coordenadoria de Pastoral.
Recebeu da Câmara Municipal de Campinas, a medalha Arautos da Paz, em 26 de novembro de 2004.
Desde 2008, é Assessor da Comissão Arquidiocesana em Defesa da Vida.
Foi nomeado pelo presidente da CNBB, Card. Geraldo Magela Agnello, membro da comissão teológica de peritos da Comissão de Doutrina da Fé para o mandato de 2003-2006 e confirmado para o período de 2007-2009.
Em 27 de fecereiro de 2009 foi nomeado pelo Arcebispo Dom Bruno Gamberini, Capelão da Irmandade e da Santa Casa de Misericórdia de Campinas. Em 16 de março de 2010 foi nomeado Arcediago (Presidente) do Cabido Metropolitano de Campinas.
Eleito bispo diocesano de Amparo pelo Papa Bento XVI em 14 de julho de 2010. Sagrado bispo na catedral de Campinas no dia 12 de outubro de 2010 e empossado dia 24 de outubro de 2010 na catedral de Amparo.
Recebeu o título de cidadão amparense em 21.12.2010. Foi nomeado Membro da Comissão Pastoral para a Doutrina da Fé da Conferência Nacional dos bispos do Brasil em junho de 2011.
No dia 30 de julho tornou-se professor emérito da Universidade Católica de Campinas onde lecionou por 25 anos na Faculdade de Teologia.

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Atendimento do Padre
Quarta-feira e Sexta-feira: a partir das 14:00h
Sábado: 9:00h às 12:00h
NORMAS PARA CASAMENTOS
1) Normalmente, os horários dos casamentos são os seguintes:
Sábados – 10:00; 11;00; 15:00; 16:00; 17:00 e 20:30 horas
Demais Horários e
Sexta-feira à noite: Verificar possibilidade diretamente com o Pároco.
Os horários são livremente aceitos e devem ser observados pelos noivos e principalmente padrinhos.

2) Os noivos dos dois horários devem combinar entre si, para que seja feito um só enfeite para os casamentos do dia. Não poderá ser feita uma decoração para cada casamento, pois não haveria tempo suficiente para isso. Favor não insistir.
3) Os arranjos dos bancos devem ser proporcionais, não muito altos para que não atrapalhem a visão das pessoas. Deve-se levar em conta que o corredor central não comporta grandes arranjos. Os arranjos não devem ser amarrados com arame ou fixados com madeira, para que não estraguem os bancos. Os bancos não podem ser removidos.
Reservamos o direito de retirar os enfeites que não estejam de acordo com estas recomendações.

4) Não é permitido jogar pétalas de rosa, arroz etc. na entrada ou saída da noiva, a fim de se evitar que as pessoas escorreguem e se machuquem (além do que isto é um desperdício).
5) Não é permitido colar fitas adesivas no piso quando da colocação do tapete ou colunas com luminárias.
Deve-se colocar o tapete e demais enfeites somente depois da Missa das 19:00 horas para evitar acidentes.
6) As equipes de enfeite deverão combinar com os funcionários da Paróquia o horário adequado para arrumar.

7) As floriculturas não devem deixar os pedestais e vidros na igreja após casamento. Nossa igreja não tem espaço para guardar objetos da decoração. Devem também manter a igreja em ordem e limpa, quando da arrumação da decoração. Como de costume e oferta ao Senhor os enfeites do Altar permanecem para as Missas.

8) A Paróquia indica floriculturas que estão cientes das normas e respeitam as mesmas, que combinam com os noivos e fazem a decoração. O trato com as floriculturas, porém, é de responsabilidade dos noivos. A Paróquia não tem contrato com floriculturas ou fotógrafos e não recebe nada por esses serviços.

9) À Paróquia reserva-se o direito de intervir, caso note qualquer tipo de abuso com relação à decoração dos casamentos.

10) Celebra-se uma Missa aos Sábado às 19h00 antes dos casamentos. Por isso, a decoração não deve impedir a saída dos fiéis que vão comungar. Colunas com flores, voal ou tule que enfeitam os bancos devem ser colocadas após a Missa.

11) Lembramos que a simplicidade é a norma da elegância. O excesso de flores transforma a igreja em floricultura, o que não é o caso.

12) A Paróquia tem sua própria equipe de cerimonial de voluntários que ajudam a organizar a celebração do matrimônio. Os noivos não devem trazer equipe de cerimonial para a igreja.
13) Antes do início da celebração haverá uma motivação lida pelo comentarista da Paróquia, para colocar a comunidade (assembléia) no clima de oração devido à celebração deste sacramento.

14) A celebração do matrimônio deve seguir o ritual que tem como partes:

a) a introdução;
b) entrada dos Padrinhos, Noivo e Noiva.
c) as leituras da Bíblia;
d) entrada das alianças
d) as promessas matrimoniais;
e) a oração da assembléia;
f) a bênção nupcial.

Nenhuma destas partes é supérflua, não podendo ser mudada ao bel prazer dos noivos ou outras pessoas que geralmente gostam de dar palpites.
15) Os músicos devem seguir o ritual do casamento, colocando as músicas no momento apropriado. As músicas devem seguir a liturgia da celebração do sacramento. É de mau gosto colocar músicas como pagode ou de bailes, formaturas, filmes, boate etc. Por essa razão pedimos a gentileza de manterem o padrão de música apropriada para a ocasião.

16) Os padrinhos, ao chegarem à igreja, devem dirigir-se à Secretaria Paroquial, para assinarem a ata do casamento.

17) Haverá ensaio com os noivos para preparar a cerimônia. Informe-se na Secretaria Paroquial.

18) Os fotógrafos não devem fotografar durante a homilia, para não atrapalhar o padre que está falando com o povo que escuta. O bom fotógrafo é sempre discreto. É fundamental ter cuidado com a fiação. Não há necessidade de tantos holofotes, pois a igreja possui claridade suficiente.

19) Quando da colocação das alianças, deve-se fazer silêncio para escutar os noivos. Não se canta nem antes e nem durante a troca das alianças.

20) Quatro casais de padrinhos de cada lado no altar. Os demais ficarão no primeiro banco.

21) Os noivos cumprimentam os padrinhos no altar. Os noivos saem e os padrinhos seguem atrás.

22) As leituras e demais orações da celebração, que não forem próprias do presidente da celebração, serão realizadas pelos membros da equipe de cerimonial da Paróquia.

23) O atraso quanto ao horário é sempre um desrespeito às pessoas convidadas. Por isso, não se admite atraso. Os noivos e padrinhos devem obedecer ao horário que escolheram, chegando um pouco antes para o bom andamento da celebração. Atraso é falta de educação e não é chic.

24) As daminhas ou pajens que trazem as alianças devem ter idade superior a 05 anos. Entregam as alianças ao celebrante e, em seguida, posicionam-se à frente dos primeiros bancos.


Paróquia de Santo Antônio Itapira.
Mística da Paróquia
Tudo por amor, com amor e no amor:
Fraternidade
Acolhida
Comunidade
Vividos com espírito jovem:
Paixão
Abertura
Beleza
Padre Tarlei Navarro Pádua Souza
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Padre Tarlei Navarro Pádua Souza, nasceu na cidade paulista de São José do Rio Preto, no dia 22 de setembro de 1978, filho de Marlene Navarro de Pádua Souza e Adhemar Cezário de Pádua Souza (in memonian). Tem três irmãos (Paulo, Milton e Jarlei César “in memorian”) e sua irmã gêmea bivetelina (Karina). A pedido de seu avôs paternos, José e Ana, foi batizado na cidade onde residiam, Cardoso -SP, hoje Diocese de Votuporanga-SP, na Matriz da Paróquia São Sebastião, no dia 24 de maio de 1980, e crismado, na Igreja Matriz da Paróquia São José de Mogi Mirim – SP, no dia 18 de dezembro de 1993.
Seu estudo fundamental, encerrou-se, na E.E. Rodriguês Alves (1993) e o ensino médio, na E.E. Monsenhor Nora (1996), ambos em Mogi Mirim-SP. Alistou-se ao serviço militar e serviu ao TG. 023 de Mogi Mirim-SP, em 1997, turma 1978.
Cursou Filosofia no Instituto Superior de Filosofia e Ciências Religiosas São Boaventura em São Paulo/SP, residindo no Seminário de Filosofia da Diocese de Santo Amaro, e Teologia na Pontifícia Universidade Católica de Campinas, residindo no Seminário São José, da Diocese de Amparo.
Foi ordenado diácono no dia 08 de dezembro de 2004, na Matriz de Santa Maria, em Jaguariúna, e sacerdote no dia 17 de junho de 2005, na Matriz de São José, em Mogi Mirim-SP, por Dom Francisco José Zugliani, primeiro bispo da Diocese de Amparo-SP.
Foi Vigário inter-paroquial das Paroquias Santana e Santo Antônio em Pedreira-SP (2005-2006), administrador paroquial da Paróquia São João Batista em Amparo (2007-2010), reitor do Seminário Propedêutico Santana em Amparo-SP (2009-2010), pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida do Triunfo em Pedreira-SP (2011-2013) e atualmente é o pároco da Paróquia Santo Antônio de Itapira-SP (desde 15 de dezembro de 2013).
Na Diocese de Amparo, atualmente é membro do Colégio de Consultores (2013-2017), Conselho de Formadores (desde 2005), assessor do T.L.C (desde 2014) e coordenador da Escola Diaconal Santo Efrém, em Itapira-SP (desde 2014...), assessor eclesiástico da 2ª Etapa do E.C.C., na Forania Nossa Senhora da Penha (desde 2014...).
Dom Francisco José Zugliani
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DOM FRANCISCO JOSÉ ZUGLIANI - (de 1998 a 2010) - Bispo Emérito

Nasceu em Mineiros do Tietê - SP, no dia 1 de maio de 1.934. Filho de Angelo Zugliani e Neide Ometto Zugliani, terceiro filho de sete irmãos. Ordenou-se sacerdote no dia 9 de julho de 1.961, na matriz de Nossa Senhora do Patrocínio, na cidade de Jaú. Iniciou seus trabalhos na Diocese de São Carlos, como Vigário da Paróquia de Itapuí. Em 1.982 assumiu como pároco a Paróquia de Nossa Senhora do Patrocínio, onde permaneceu até ser eleito bispo, em 23.12.1997. Foi ordenado bispo, na igreja Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio, em Jaú, no dia 18.03.1998. Assumiu a Diocese de Amparo, em 25.03.1998. Tornou-se emérito em 14.07.2010. Seu lema episcopal é "LUZ E VIDA".

Em 2014 passou a residir em Jaú, onde tem seus irmãos, e foi pároco por três décadas, antes de seu episcopado.

Atualmente é Bispo assistente da Comissão da Pastoral da Saúde do Regional Sul 1 da CNBB.

Endereço: Avenida das Nações, 633 - centro - bloco A - Ap 22
CEP: 17.2001-300 - Jaú/SP
Caixa Postal 124 CEP 13.201-970
Telefone - (14) 3621-9413
Cônego Mateus Ruiz Domingues
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O Cônego Mateus Ruiz Domingues chegou a Itapira na década de 50. Nasceu em 31 de dezembro de 1913 na cidade de Polopus, Espanha e faleceu em Itapira em 20 de Setembro de 1973. Recebeu o nome na pia batismal de Mateus Silvestre. Aos 8 anos de idade veio para o Brasil na companhia da família passando a residir na fazenda Itaqueri, SP, em 1922. Dedicou-se à lavoura sendo também aprendiz de funileiro na Oficina de uma indústria de açúcar. Com 18 anos, ingressou no Seminário menor de Campinas, tendo concluído aí em 1933 o curso colegial. Em 1939, ingressou no Seminário Ipiranga, na capital..Foi ordenado sacerdote em 8 de dezembro de 1945, pelo saudoso Dom Tarso Campos em cerimônia celebrada na Catedral daquela cidade. Iniciou seu ministério sacerdotal como coadjutor do Monsenhor Lisboa em Amparo até 1946. Em 1949 foi nomeado Vigário em Lindóia. A seguir foi designado Professor do Seminário e Diretor de Disciplina, onde permaneceu durante oito anos. A 31 de agosto de 1958 foi nomeado 1º Vigário da recém criada Paróquia de Santo Antônio.

Há 11 de março de 1965 foi naturalizado cidadão Brasileiro. No dia 24 de julho de 1968 foi nomeado Cônego honorário do Cabido da Catedral Metropolitana de Campinas, honraria que mui justamente lhe foi conferida por Dom Paulo de Tarso Campos, como público merecimento de seus altos méritos. Suas obras foram inúmeras: implantou o Educandário Nossa Senhora Aparecida com seus 14 alqueires de terra, abrigando par mais de 60 meninos; a Escola Paroquial com 8 salas de aulas, biblioteca, secretaria e sala para jogos de raciocínio; o salão social para reuniões e festividades da paróquia, encerramento de cursos, etc. E especialmente construiu a nova Igreja de Santo Antonio cuja vontade idealizadora e muita fé aí está sobrepujando o tempo e conferindo à posteridade tão magnífica obra artística e histórica. Muito trabalho, muita fé e muito ideal fizeram desse batalhador das causas sociais um partícipe das obras concordantes com os planos divinos. Foi um grande coração que carinhoso que sabia afagar as crianças, que incansável frente as atribulações diuturnas predispunha-se a ajudar sempre e caridoso nos seus objetivos mais prementes, ansiava por dar direção às almas necessitadas.
Con. Mateus Ruiz Domingues faleceu em 29 de setembro de 1973 às 20 horas após sofrer um enfarte na Santa Casa de Itapira, onde fora internado na noite anterior.

Fontes:
Livro Tombo da Paróquia Santo Antônio
Site www.sfreinobreza.com
Padre Paulo Nogueira
De 03/02/1974 até 20/11/1975
Dom Luiz Gonzaga Fechio
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Luiz Gonzaga Fechio é do clero diocesano de São Carlos/SP. Nasceu aos 4 de dezembro de 1965, na cidade de Matão/SP, onde também recebeu os sacramentos de sua iniciação cristã, na Paróquia Senhor Bom Jesus. Seus pais se chamam Ernesto Fechio e Iraci Paulichi Fechio e é o filho mais novo de três: tem uma irmã, Rita de Cássia, e um irmão, José Antonio.

Após ter feito o ensino fundamental na sua cidade natal, na Escola Estadual “José Inocêncio da Costa”, com quinze anos ingressou no Seminário Menor Diocesano, em São Carlos, para cursar o ensino médio e, em seguida, o curso de Filosofia, também na própria diocese. Entre os anos 1987 e 1990, estudou Teologia na PUC de Campinas. Foi ordenado diácono na Catedral São Carlos Borromeu, em São Carlos, em 22 de abril, e em 14 de dezembro recebeu a ordenação presbiteral, na sua paróquia de origem. Ambas as ordenações aconteceram em 1990, pela imposição das mãos de Dom Constantino Amstalden.

Nos seus dois primeiros anos de ministério (1991 e 1992) trabalhou na Paróquia Santo Antônio, em São Carlos, como vigário paroquial, administrador paroquial e pároco, colaborando também no Seminário Diocesano como orientador espiritual e auxiliando em algumas aulas.

Nos cinco anos seguintes (1993 a 1997) foi vigário paroquial e pároco nas cidades de Bariri e Itaju. Em 1998 foi transferido para Jaú, sucedendo o então Cônego Francisco José Zugliani, nomeado primeiro bispo diocesano de Amparo. Atuou como pároco nas paróquias Nossa Senhora do Patrocínio (1998 a 2000) e Nossa Senhora de Fátima (2001 a 2009), residindo no Seminário Propedêutico, como reitor, entre os anos 1998 e 2006.

Nos dois anos posteriores (2007 e 2008) cursou uma pós-graduação (mestrado) em teologia moral, na Pontifícia faculdade de Teologia “Nossa Senhora da Assunção”, em São Paulo. Retomou o Propedêutico no segundo semestre de 2008 até o início do segundo semestre de 2009, quando foi transferido para exercer a função de reitor no Seminário Maior (Filosofia), em São Carlos.

De 18 de abril de 2010 até o momento de sua nomeação episcopal, em 19 de janeiro de 2011, pelo Papa Bento XVI, realizou seu trabalho pastoral na Paróquia Santos Anjos, em São Carlos. Durante o período em que trabalhou como formador participou, por alguns anos, do Conselho de Presbíteros e Equipe de Formadores e foi membro do Cabido Diocesano.

Dom Luiz Gonzaga recebeu a ordenação episcopal na Catedral de São Carlos, em 19 de março de 2011, tendo como ordenante principal Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, e, como co-ordenantes, Dom Bruno Gamberini, arcebispo metropolitano de Campinas, seu conterrâneo, falecido em agosto do mesmo ano, e Dom Paulo Sérgio Machado, bispo emérito de São Carlos.

Iniciou oficialmente sua missão na Arquidiocese de Belo Horizonte, como bispo auxiliar, em 2 de abril de 2011, sendo designado, em especial, para a Região Episcopal Nossa Senhora Aparecida (Contagem, Betim e mais onze municípios, bem como uma parte de Belo Horizonte), num total de 80 paróquias e uma população estimada em um milhão e meio de habitantes. Acompanhou a Pastoral Presbiteral da Arquidiocese e o Diaconato Permanente. Durante este tempo como bispo do Regional Leste 2 (Minas Gerais e Espírito Santo) acompanhou a Pastoral para o Ecumenismo, particularmente com maior proximidade ao CONIC-MG, e as Pastorais Sociais, bem como a Cáritas MG. Em abril de 2014 foi designado como bispo referencial para a Pastoral do Menor Nacional.

Fonte: http://www.diocesedeamparo.org.br/institucional.asp?id=2




Frei Celestuio Cristofolini
De 23/12/1975 até 26/04/1976
Padre Sebastião Pacheco
De Maio até Junho de 1976
Padre José Veríssimo Sibineli
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De 1976 até 1980

Nasceu em: 28/03/1944
Faleceu em: 07/11/2013
Padre José Julio
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De 1980 até 1983

Nasceu em: 21/01/1932
Ordenação Presbiteral: 05/12/1965
Padre Jacinto Domene Martins
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De 1983 até 2001

Nascido em: 08/09/1939
Ordenação: 29/04/1972
Padre Pedro Maia Pastana
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De 2002 até 2009.
Data de Nascimento: 20/11/1956
Data de Ordenação: 27/11/1981
Padre Ailton Cavicchioli Tiepo
De Agosto de 2009 até Julho de 2010
Padre Tadeu Francisco Boneti
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De Julho até 22 de Agosto de 2010

Data de Nascimento: 21/04/1977
Ordenação Presbiteral: 15/02/2003
Padre Adriano Broleze
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Foi pároco de 22 de agosto de 2010 à 08 de abril de 2012.
Nascimento: 13/07/1976
Ordenação: 21/02/2003

Breve Histórico:
Nascido em Amparo, no dia 13 de julho de 1976, filho de Jair Broleze e de Nair Tereza Camillo Broleze. Batizado no dia 22 de agosto de 1976, na Capela de Nossa Senhora Aparecida(Arcadas).

Estudou no Instituto de Educação Dr. Coriolano Burgos. Foi coroinha e catequista da Paróquia S. Sebastião em Amparo. Trabalhou na Guada Mirim de Amparo e Ingressou no Seminário Propedêutico S. José da Arquidiocese de Campinas em 1995; no Seminário da Imaculada, cursou a Filosofia na Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Com a criação da Diocese de Amparo cursou a Teologia também na PUC de Campinas residindo no Seminário S. José em Pedreira. Foi ordenado diácono no dia 01 de novembro de 2002 na Igreja Matriz de S. José em Mogi Mirim; Sacerdote no dia 21 de fevereiro de 2003 na Matriz de S. Sebastião.

No Ministério Sacerdotal assumiu os encargos de Vigário Inter- Paroquial de São Sebastião – Amparo e de N. Sr. Aparecida Arcadas (2003 a 2004), Administrador Paroquial de N. Sra. Aparecida de Arcadas (2004 a 2009). Professor do Seminário menor diocesano (História da Igreja e Introdução à Filosofia). Diretor Diocesano do ECC; Juiz Auditor da Câmara Eclesiástica de Amparo, Defensor do Vinculo e Promotor de Justiça do Tribunal de Campinas. No dia 17 de agosto assumiu como Vigário Judicial do Tribunal Interdiocesano de Campinas.

Estudou no Instituto de Direito Canônico Pe. Dr. Giuseppe Benito Pegoraro agregado ao Institutum Utriusque luris da Pontifícia Universidade Lateranense de Roma. Laureando-se Mestre em Direito Canônico e nos anos de 2009 até junho de 2010 residiu no Pontifício Colégio Pio Brasiliano em Roma participando de vários cursos laureando com o título acadêmico de Doutor em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Lateranense de Roma.

Assumiu a Paróquia de Santo António em Itapira no dia 22 de agosto de 2010 onde ficou até 08 de abril de 2012.
Padre Edson Luis Andretta
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De 08/04/2012 até 15/12/2013
Data de Nascimento: 27/07/1962
Data de Ordenação: 25/07/1998

O Pe. Edson Luis Andretta é natural da cidade de Salto, SP, onde nasceu no dia 27 de julho de 1962. Filho caçula de Natale Andretta e Anna Ruy Andretta, já falecidos. Possui atualmente um irmão, Carlos, e uma irmã, Toninha, ambos residentes em Salto. Sua irmã mais velha, Isaura, já é falecida.
De uma família de formação católica, o Pe. Edson sempre participou das atividades da Igreja. Com 14 anos, ingressou na conferência São João Bosco da Sociedade São Vicente de Paulo, os vicentinos. Permaneceu nessa conferência até sua entrada no seminário. Em 1982, participou de uma experiência de oração da Renovação Carismática Católica e, durante cinco anos, participou ativamente do movimento.
Antes de seguir sua vocação, Pe. Edson fez o curso de Economia na PUC Campinas e trabalhou durante 10 anos em indústrias da cidade de Salto.
Foi fazendo alguns retiros que P. Edson sentiu-se chamado a ser padre. Nesses retiros conheceu os padres jesuítas, pertencentes à Companhia de Jesus, e decidiu fazer acompanhamento e discernimento vocacional com eles.
Em 1988 entrou no noviciado da Companhia de Jesus, em Campinas. Seguiu toda sua formação com os jesuítas: Juniorado, em João Pessoa/PB (1990), Filosofia, em Belo Horizonte/MG (1991-1993), Estágio pastoral em Juiz de Fora/MG (1994), Teologia em Belo Horizonte/MG (1995-1998). Foram anos de formação em várias dimensões: espiritual, intelectual, comunitária e pastoral.
No dia 25 de julho de 1998, Pe. Edson ordenou-se padre em sua cidade natal, pelas mãos de Dom Amaury Castanho, então Bispo da Diocese de Jundiaí.
Depois de ordenado, trabalhou em São Paulo como promotor vocacional, junto a um Centro de Pastoral de Juventude. Em 2001, esteve por 06 meses no México fazendo ainda uma etapa de sua formação como jesuíta. Voltou ao Brasil em 2002, preparando-se para ir estudar em Roma, onde permaneceu durante 01 ano fazendo um curso para formadores.
Em 2003, veio residir no Noviciado dos jesuítas em Campinas, trabalhando como mestre-de-noviços até o ano de 2010, quando foi transferido para São Leopoldo/RS, para trabalhar em um Centro de Espiritualidade. Durante esse ano fez um processo de discernimento e decidiu ser padre diocesano, sendo acolhido por Dom Pedro Carlos na Diocese de Amparo.
Em maio de 2011 veio ser vigário paroquial na Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Águas de Lindóia. Em novembro foi transferido para a Paróquia Nossa Senhora do Rosário em Serra Negra. Foi Pároco na Paróquia Santo Antônio de 08 de abril de 2012 a 15 de dezembro de 2013.
Em 01 de Dezembro de 2013 tomou posse como reitor do Seminário Diocesano São José em Pedreira-SP.
 

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