Paróquia Santo Antônio - Itapira - Diocese de Amparo
 
 

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O Ano Litúrgico:

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O Ano Litúrgico é composto por dois grandes ciclos, Natal e Páscoa, e, dependendo do ano, por um longo período de 33 ou 34 semanas, chamado de Tempo Comum.
Todo o ano litúrgico gira em torno de um único mistério: a morte e ressurreição de Jesus em sua plenitude.
Ciclo do Natal
O Ano Litúrgico da Igreja não coincide com o ano civil. Ele tem início com o Advento, período de alegre espera, de esperança, de preparação para a chegada de Cristo que vem no Natal e de seu eminente retorno.
A cor litúrgica no primeiro, segundo e quarto domingo do Advento é o roxo, ou o lilás. No terceiro domingo a cor é rosa, para simbolizar a alegria.
Após as quatro semanas do Advento, celebramos o mistério da encarnação e do nascimento humano do Verbo divino no Natal. O Verbo se faz carne e vem habitar entre nós.
Quando se celebra o tempo do Natal a cor usada na liturgia é o branco.
Na semana seguinte ao Natal celebramos a Epifania, onde Jesus se manifesta às nações como o Filho de Deus.
O ciclo do Natal se encerra com a celebração do Batismo do Senhor, que marca o início da missão de Jesus que culminará com a Páscoa.
Primeira Parte do Tempo Comum

Após celebrarmos o Batismo do Senhor iniciamos o chamado Tempo Comum que se estende até a terça-feira anterior à Quarta-Feira de Cinzas. É um tempo destinado ao acolhimento da Boa Nova do Reino de Deus anunciado por Jesus.

A cor litúrgica usada no Tempo comum é o verde.
Ciclo da Páscoa

O ciclo da Páscoa começa com a celebração da Quarta-Feira de Cinzas. Iniciamos assim a Quaresma. São quarenta dias nos quais a Igreja nos convida de uma forma especial à prática da caridade, penitência, oração, jejum e, principalmente, conversão. Durante a Quaresma não se canta “aleluias” e evita-se ornamentar as igrejas com flores.
A Conferência Nacional do Bispos do Brasil (CNBB) propõe a cada ano durante o período da Quaresma um período de vivência concreta de gestos de fraternidade em torno de um tema comum. É a chamada Campanha da Fraternidade. Assim a quaresma se reveste de um significado atual dentro de um convite à reflexão e a prática do amor fraterno.
Ao final da Quaresma, inicia-se a Semana Santa, que vai desde o Domingo de Ramos, onde celebramos a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, anunciando a proximidade da Páscoa até o Domingo de Páscoa. De quinta a sábado celebramos o Tríduo Pascal. A Quinta-Feira Santa é o dia em que recordamos a instituição da Eucaristia. (Cor branca)
A Sexta-Feira Santa é o único dia do ano em que não se celebra a Eucaristia, mas sim a Paixão e Morte de Jesus. (Vermelha)
No Sábado Santo é o dia da Vigília Pascal, na qual celebramos a Ressurreição do Senhor. (Branca)
Cinqüenta dias após a Páscoa, celebramos o Pentecostes, (vermelho) que assinala o nascimento da Igreja iluminada pela presença vivificadora do Espírito Santo.
Segunda Parte do Tempo Comum

Na segunda-feira após o Domingo de Pentecostes, a liturgia da Igreja prossegue o tempo comum que se estende até o sábado anterior ao Primeiro Domingo do Advento (v. Ciclo de Natal).
Como no primeiro período do tempo comum, volta-se a usar o verde nas celebrações litúrgicas.

As leituras das Celebrações
A cada ano, a Igreja propõe diferentes leituras seguindo os evangelhos sinóticos: assim temos o Ano A, centrado em Mateus; O Ano B, centrado em Marcos; e o Ano C, centrado em Lucas, com inserções de João (que também está presente nos outros anos litúrgicos em ocasiões especiais). Este ano, por exemplo é o Ano Litúrgico B. Assim sendo, o Evangelho de Marcos será proclamado na maioria de nossas celebrações litúrgicas.
Na celebração dominical são proclamadas três leituras: uma do Antigo Testamento e duas do Novo Testamento. O Salmo responsorial é a nossa resposta meditativa à primeira leitura. Ele pode ser cantado, recitado, ou apenas o refrão ser cantado e os versos recitados.
ANO LITURGICO

A liturgia é a celebração do Mistério Pascal de Cristo. Em volta deste núcleo fundamental da nossa fé, celebramos o ANO LITURGICO que foi se organizando para manter viva a memória do Ressuscitado na vida de cada pessoa e de cada comunidade.
O ANO LITURGICO “revela todo mistério de Cristo no decorrer do ano, desde a encarnação e nascimento até à ascensão, ao Pentecostes e à expectativa da feliz esperança da vinda do Senhor” (SC102).
O ANO LITURGICO não apenas recorda as ações de Jesus Cristo, nem somente renova a lembrança de ações passadas, mas sua celebração tem força sacramental e especial eficácia para alimentar a fé cristã. Por isso, o ANO LITURGICO é sacramento e, assim, torna-se um caminho pedagógico-espiritual nos ritmos do tempo.

Para fazer memória do mistério, a liturgia se utiliza de três ritmos diferentes: o ritmo diário, alternando manhã e tarde, dia e noite, luz e trevas; o ritmo semanal, alternando trabalho e descanso, ação e celebração; o ritmo anual, alternando o ciclo das estações e a sucessão dos anos.

O RITMO DIÁRIO
O anoitecer e o amanhecer são dois momentos que marcam o dia da comunidade cristã. A Igreja celebra a memória da Páscoa de Jesus na oração da tarde (vésperas) e na oração da manhã (laudes).

O RITMO SEMANAL
O ritmo semanal é marcado pelo domingo, o dia em que o Senhor se manifestou ressuscitado.
A história do domingo nasce na cruz e na ressurreição de Jesus.

O RITMO ANUAL
“Através do ciclo anual, a Igreja comemora todo o mistério de Cristo, da encarnação ao dia de Pentecostes e à espera da vinda do Senhor.”(NALC 17)
Este ciclo anual tem a Solenidade da Páscoa como seu centro, fonte e cume. “A Solenidade da Páscoa goza no ano litúrgico da mesma culminância do domingo em relação à semana (NALC18)”
 
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