Paróquia Santo Antônio - Itapira - Diocese de Amparo
 
 

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É viva a palavra quando são as obras quem falam! :

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Por Bruno Roberto Rossi - seminarista

Ao aproximarmos do mês de Junho, voltamos nossos olhos para o exemplo de Santo Antônio de Pádua, nosso amado padroeiro, que tão bem correspondeu ao amor de Deus por meio de uma vida de santidade. Desta forma, revigora o nosso anseio e nossa alegria em corresponder a este amor divino também em nossa vida, até que alcancemos a “unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, o estado do Homem Perfeito, a medida da estatura da plenitude de Cristo” (Ef 4, 13)
Os santos souberam corresponder ao amor de Deus, que os motivou a viverem de forma heroica as virtudes, correspondendo à graça de Deus. Tornam-se modelos e intercessores para aqueles que compõem o corpo da Igreja militante nesta Terra. Em nossa vida, devemos buscar viver os projetos divinos para nós, a exemplo de Antônio, que, motivado pelo amor a Deus, decidiu entrar para o seminário da ordem dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho, onde permaneceu até pouco tempo depois de sua ordenação sacerdotal. Porém, o desejo de entregar sua vida em favor do Evangelho cuja visão mais clara, para ele, seria o martírio em solo africano, levou-o a ingressar na Ordem dos Frades Menores que tinha por carisma a missão em nações pagãs. Ainda que Deus não quisesse o martírio de Antônio em terras distantes, este abandono aos planos do Senhor o levou para outras partes, como para a França e para a Itália, onde pode produzir excelentes frutos por meio de seu ministério de pregador, que converteu inúmeras pessoas.
Deus nos leva por caminhos diferentes dos nossos, a projetos distintos dos nossos. Certamente, a vontade divina, para nós, não terá a dimensão do martírio, assim como não o teve para santo Antônio. Contudo, Deus nos pede um “martírio diário”, incruento, por meio do exemplo: a condição do cristão no mundo é viver uma vida em que se sabe que nosso Pai celeste “nos escolheu antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele no amor” (Cf. Ef 1,4), todavia, está não é uma prerrogativa para nos inflamarmos de orgulho e soberba frente aos que ainda não reconhecem o amor de Deus em suas vidas. Pelo contrário, deve ser uma premissa para vivermos o testemunho diário na vivência do amor fraterno, frente a um mundo marcado pela “concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e o orgulho da riqueza” (Cf. 1 Jo 2, 16), marcado pelo egoísmo. Este testemunho do amor de Deus deve ser vivido no local preciso em que Deus nos houver colocado: no consultório, dentro de uma metalúrgica, no serviço do lar, no cuidado com os filhos, no matrimônio, no namoro... Como dizia Santo Antônio, nos seus Sermões: “É viva a palavra quando são as obras quem falam”. Vivendo os valores evangélicos, pregamos o Evangelho, mesmo sem qualquer discurso ou pregação. A santidade pessoal é a fonte secreta e a medida infalível de toda a atividade apostólica e de seu e do elã missionário. (Cf. CIC 828).
Que Santo Antônio de Pádua nos auxilie a seguir seus ensinamentos, para que cada vez mais colaboremos na realização da promessa de Cristo: “Quando eu for elevado sobre a terra atrairei todos a mim” (Jo 12, 32). Que seja a máxima do ensinamento do santo de Pádua o nosso itinerário na realização deste projeto: “que cessem as palavras e falem as obras”.
 
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