Paróquia Santo Antônio - Itapira - Diocese de Amparo
 
 

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LOUVEMOS A DEUS PELO PAPA FRANCISCO:

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Dom Pedro Carlos Cipolini – Bispo de Amparo-SP

Tenho recebido solicitações para me pronunciar neste momento todo especial para nossa Igreja, e aqui o faço na esperança de ajudar em nossa caminhada de fé.
Em primeiro lugar bendigamos a Deus que sempre socorre sua Igreja nos momentos mais difíceis. A surpresa é uma das características, quando realmente é Deus que age, pois, ele sabe ser original como ninguém.
Diz o ditado: “O homem põe, mas é Deus que dispõe”. Assim foi. Contra todos os prognósticos, doutas análises, feitas por especialistas e jornalista, foi escolhido um cardeal do “fim do mundo”, como disse o próprio papa. Mas podemos interpretar que foi escolhido um cardeal do “terceiro mundo”. Do mundo abaixo do Equador, situado segundo as análises econômicas no mundo pobre, chamado de “mundo em desenvolvimento”.
Escolheu o nome de um dos maiores profetas que a Igreja já teve: São Francisco de Assis. Profeta genuinamente evangélico que promoveu a renovação da Igreja de seu tempo, mergulhada em grande crise. S. Francisco é um dos santos que mais se assemelhou a Jesus. Por isso, podemos ter esperança de que o Papa Francisco poderá conduzir a Igreja para que ela seja mais semelhante a Jesus Cristo, assim ela será verdadeira. O critério de veracidade da Igreja é este: quanto mais semelhante a Jesus mais verdadeira!
O papa Francisco impressionou logo de início com sua simplicidade e objetividade. É um papa que está se tornando simpático ao povo. Isto é importante porque é sinal de acolhida. Quando na Igreja se acolhe uma decisão tomada por um grupo, encarregado de decidir, é sinal que a decisão interpretou a vontade da maioria do Povo de Deus. Isto é bom sinal: Deus escolhe, os cardeais indicam e o povo de Deus acolhe na fé e na alegria.
O papa Francisco pelo que disse e fez neste pouco tempo, deixou clara sua adesão irrestrita á fé, uma fé centrada em Jesus Cristo o Filho de Deus que se fez pobre. Deixou já claro também seu amor à Igreja e o desejo de promover as mudanças necessárias, para que ela seja mais evangélica e evangelizadora, na perspectiva missionária que hoje se faz urgente.
Papa Francisco em sua primeira homilia como papa, convidou a Igreja a caminhar no caminho da conversão. Isto, para que seus membros sejam santos e irrepreensíveis diante de Deus e dos homens, edificar o Reino de Deus e professar “confessar” a fé em Jesus Cristo. Aqui já está todo um programa de vida e trabalho para colocar a Igreja nos trilhos do Evangelho que sempre foi o binário: justiça e paz. Justiça como o agir correto, no cumprimento da vontade de Deus, da Lei de Deus, paz como fruto da prática da justiça.
Que possamos continuar acolhendo o papa Francisco e seu magistério que apenas se inicia. E no mais louvemos a Deus pelo papa Francisco, o primeiro papa latino-americano.
FONTE: CURIA DIOCESANA
 
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