Paróquia Santo Antônio - Itapira - Diocese de Amparo
 
 

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A Morte da Igreja:

Um padre muito experiente foi nomeado Pároco de uma Igreja no interior. Lá chegando, percebeu que sua missão de evangelizar seria difícil, pois aquele povo não queria nada com a Igreja.



O padre convidava para a missa e quase ninguém aparecia, convidava para um encontro e não vinha ninguém, nem com o terço o povo se importava.



Então o padre ia ficando cada vez mais desanimado, e o desinteresse da comunidade já começava a refletir também no sustento da igreja, ninguém doava o Dízimo e quando o padre tentava falar sobre as necessidades da comunidade e orientar sobre a importância de todos doarem o Dízimo, o que ele ouvia era sempre a mesma coisa: “Que é isso seu vigário? Esse negócio de Dízimo já era. A Igreja aqui, já morreu há muito tempo”.



Foi ai que o padre teve uma idéia, já que a Igreja morreu, vamos enterrá-la.



Então anunciou pêlos quatro cantos da cidade, o dia e a hora do enterro da Igreja.



No dia marcado a Igreja lotou, todos estavam curiosos para presenciar o que seria o enterro da Igreja.



O padre preparou tudo direitinho; bem no centro do templo, um enorme caixão de defunto. O povo cantou e rezou como nunca e no final da missa, antes de levar o caixão para o cemitério, o padre convidou um a um os que estavam presentes para dar adeus à defunta Igreja e acrescentou: “Aquele que considera a defunta morta e digna de ser enterrada, quando passar pelo caixão dê-lhe um beijo e fique de pé... mas quem a beijar e mudar de idéia, fique sentado”.

Autor desconhecido.
 
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