Paróquia Santo Antônio - Itapira - Diocese de Amparo
 
 

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Santíssima Eucaristia:

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Fundamentação Bíblico-Teológica
99.
Pela comunhão eucarística, aqueles que foram salvos em
Cristo pelo Batismo e a Ele mais profundamente configura
-
dos pela Confirmação participam, com toda a comunidade,
do sacrifício do Senhor (cf. C.I.C. 1332; PO 5b). Com efeito, a
“Eucaristia é a celebração central da Igreja, alimento substan
-
cial dos discípulos e missionários” (DAp 25). O sacramento
da Eucaristia faz parte do processo de iniciação à vida cristã.
100.
Jesus instituiu a Eucaristia na última ceia que celebrou com
seus discípulos, antes de se oferecer em sacrifício ao Pai, e
ordenou que estes a celebrassem, em memória de sua morte
e ressurreição, até a sua volta (cf. Mt 26,17-29; Mc 14, 12-
25; Lc 22,7-20; 1Cor 11, 23-27), constituindo-os, assim, os
sacerdotes do Novo Testamento (cf. C.I.C. 1337).
101.
A Eucaristia, ação de graças ao Pai (cf. Lc 22,19), é também
conhecida como ceia do Senhor (cf. 1 Cor 11,20), fração do
pão (cf. At 2, 42.46; 20, 7.11), assembleia eucarística (cf.
1Cor 11,17-34), memorial da paixão e da ressurreição do
Senhor (cf. Lc 22,19), santo sacrifício da missa, sacrifício
de louvor (cf. Hb 13,15), sacrifício espiritual (cf. 1Pd 2,5),
sacrifício puro e santo (cf. Ml 1,11), santíssimo sacramento,
comunhão, santa missa (cf. C.I.C. 1328-1330).
102.
A Igreja denomina
transubstanciação
a mudança do pão e
do vinho no Corpo e Sangue de Cristo Nosso Senhor (cf.
C.I.C. 1374-1376). O Santíssimo Sacramento da Eucaristia
contém verdadeiramente o corpo, sangue, alma e divinda
-
de de Nosso Senhor Jesus Cristo, ou seja, Cristo todo. “A
Eucaristia é a presença salvífica de Jesus na comunidade
dos fiéis e seu alimento espiritual [...], é dom, por excelência, porque dom dele mesmo, da sua pessoa na humanidade
sagrada, e também de sua obra de salvação” (EE 9.11).
103.
“O sacrifício eucarístico, memorial da morte e ressurreição
do Senhor, em que se perpetua pelos séculos o sacrifício da
cruz, é o ápice e a fonte de todo o culto e da vida cristã;
por ele é significada e se realiza a unidade de todo o povo
de Deus, e se completa a construção do corpo de Cristo”
(C.D.C. cân. 897). “Os demais sacramentos, como, aliás,
todos os ministérios eclesiásticos e tarefas apostólicas, se
ligam à sagrada Eucaristia e a ela se ordenam, pois a san
-
tíssima Eucaristia contém todo o bem espiritual da Igreja, a
saber, o próprio Cristo, nossa páscoa e pão vivo, dando vida
aos homens, através de sua carne vivificada e vivificante
pelo Espírito Santo” (cf. PO 5b; cf. tb. C.D.C. cân.897).
104.
A Eucaristia nos introduz no ato oblativo de Jesus. Não re
-
cebemos somente de modo passivo o
Logos
encarnado, mas
participamos da dinâmica de sua entrega. “A «mística» do
sacramento tem um caráter social, porque, na comunhão
sacramental, eu fico unido ao Senhor, com todos os demais
comungantes: O pão é um, e nós, embora muitos, somos um
só corpo, porque todos participamos de um mesmo pão”,
diz São Paulo (1 Cor 10, 17). A união com Cristo é tam
-
bém a união com todos aqueles a quem ele se entrega. Não
posso ter Cristo só para mim, somente posso pertencer-lhe
em união com todos aqueles que são ou se tornarão seus.
A comunhão me faz sair de mim mesmo para ir ao seu en
-
contro, e assim também ao encontro de todos os cristãos.
[...] O amor a Deus e o amor ao próximo estão agora ver
-
dadeiramente unidos: o Deus encarnado atrai-nos todos a
si mesmo. Assim se entende por que o ágape se tornou um
dos nomes da Eucaristia; nela, o ágape de Deus vem a nós,
corporalmente, para continuar atuando em nós e por nós”
(Bento XVI in
Deus
charitas est
, n
o
14).
105.
“Daí a necessidade de dar prioridade, nos programas pasto
-
rais, à valorização da Missa dominical. Temos de motivar os
cristãos para que participem dela ativamente e, se possível,
melhor ainda com a família. A assistência dos pais com seus
filhos à celebração eucarística dominical é uma pedagogia
eficaz para comunicar a fé e um estreito vínculo que man
-
tém a unidade entre eles. O domingo significou, ao longo
da vida da Igreja, o momento privilegiado do encontro das comunidades com o Senhor ressuscitado. É necessário que
os cristãos experimentem que não seguem um personagem
da história passada, senão o Cristo vivo, presente no hoje
e no agora de suas vidas. Ele é o Vivente que caminha ao
nosso lado, descobrindo-nos o sentido dos acontecimentos,
da dor e da morte, da alegria e da festa, entrando em nossas
casas e permanecendo nelas, alimentando-nos com o Pão
que dá vida. A Eucaristia deve ser o centro da vida cristã.”
(DAp, Discurso inaugural do Papa Bento XVI, n
o
4).
Orientações Pastorais
I. QUEM, QUANDO E COMO RECEBER A EUCARISTIA
106.
Qualquer batizado, se não estiver em situação de impedi
-
mento, pode e deve ser admitido à Ceia do Senhor e parti
-
cipar da mesa da sagrada comunhão (cf. C.D.C. cân. 912).
107.
A Igreja, em obediência à ordem de Jesus, recomenda viva
-
mente aos fiéis que participem da Ceia do Senhor, memorial
de sua morte e ressurreição. Devem os fiéis ser orientados
e preparados para receber o pão eucarístico toda vez que
participam da celebração da Eucaristia. Mas, no mínimo,
devem comungar uma vez por ano, no tempo pascal (cf.
C.D.C. cân.920, § 1 e 2).
108.
Quem já recebeu a santíssima Eucaristia pode recebê-la uma
segunda vez no mesmo dia, somente dentro da celebração
eucarística em que participa (cf. C.D.C. cân. 917).
109.
Se alguém tem consciência de ter pecado gravemente, não
deve comungar sem antes receber a absolvição no sacra
-
mento da Penitência (cf. C.I.C.1415; C.D.C. cân. 916). Cabe
aos bispos e presbíteros proporcionar aos fiéis a oportuni
-
dade de formar adequadamente a sua consciência e seu dis
-
cernimento moral, bem como a oportunidade da confissão
individual periódica.
110.
A comunhão na mão deve manifestar, tanto como a comu
-
nhão recebida na boca, o respeito pela presença real de Cristo na Eucaristia. [...] Jamais se obrigará algum fiel a receber a
comunhão na mão. O fiel é livre para recebê-la na mão ou na
boca (cf. Diretório da Liturgia – CNBB – 2011 - n
o
13.7).
111 .
É recomendável que, estando a comunidade devidamente
formada, a comunhão seja distribuída nas duas espécies,
especialmente aos domingos, porque essa forma de comun
-
gar “manifesta mais perfeitamente o sinal do banquete eu
-
carístico e exprime de modo mais claro a vontade divina de
realizar a nova e eterna Aliança no Sangue do Senhor” (cf.
CNBB Diretório da Liturgia – 2011 – n
o
13.6).
112.
“O Bispo diocesano pode baixar normas a respeito da
Comunhão sob as duas espécies para a sua diocese.
Quanto ao modo de realizar a distribuição, as Conferências
Episcopais podem baixar normas que devem ser reconheci
-
das pela Santa Sé” (cf. CNBB, Diretório da Liturgia – 2011
n
o
13). O modo mais comum é a comunhão por intinção
(confira o Diretório de Liturgia da Diocese de Amparo).
113.
Evite-se que os fiéis tomem por si mesmos a sagrada co
-
munhão, pois “o gesto de entrega da comunhão eucarística
é carregado de simbolismo. Ninguém se apropria do corpo
e sangue do Senhor. É ele que se entrega a nós” (cf. CNBB
Diretório da Liturgia – 2011 – n
o
13.5).
II.
ADMINISTRAÇÃO DA SANTÍSSIMA EUCARISTIA
ÀS CRIANÇAS
114.
Para receber a santíssima Eucaristia, as crianças devem ter
suficiente conhecimento e ter recebido cuidadosa prepara
-
ção, de modo que possam compreender o mistério de Cristo,
de acordo com sua capacidade, e receber o Corpo do Senhor
com fé e devoção (cf. C.D.C. cân.913 §1).
115.
Antes de receberem a eucaristia, as crianças se confessarão
individualmente. Para que o primeiro contato com o confes
-
sor seja realizado em clima de confiança, recomenda-se que
haja encontros anteriores para melhor formação da consci
-
ência da criança, dispondo-a para bem celebrar o sacramen
-
to da Penitência. É recomendável que se faça uma celebra
-
ção para dar ênfase a este momento de reconciliação, cujo 34 | Diretório dos Sacramentos
| Diocese de Amparo
sentido profundo se encontra na morte e ressurreição do
Senhor (cf. Ritual da Penitência). O confessor deverá encon
-
trar o tempo necessário para acolher e escutar com atenção
e carinho cada criança.
116.
Para promover a comunhão e a pastoral orgânica, recomen
-
da-se que seja estimulado o envolvimento da catequese com
as demais pastorais.
III. PREPARAÇÃO DAS CRIANÇAS PARA A EUCARISTIA
117.
É responsabilidade do pároco evitar que recebam a Eucaristia
crianças que não estejam devidamente preparadas e para
isso dispostas (cf. C.D.C. cân. 914). Os párocos, enquanto
educadores da fé (cf. PO, 6), não descuidarão de uma ativi
-
dade catequética bem estruturada e bem orientada (cf. CT,
65). Cuidarão da escolha de catequistas preparados e de sua
formação esmerada e permanente.
118.
Preparar as crianças para a vida eucarística é dever, em pri
-
meiro lugar, dos pais ou responsáveis. Deve ser estimulada
a sua participação no processo catequético.
119.
A catequese de preparação para a Eucaristia não deve ser
considerada de forma isolada, mas integrada ao contexto
da iniciação cristã como um todo e inserida num processo
de formação contínua. “A catequese não deve ser só oca
-
sional, reduzida a momentos prévios aos sacramentos ou à
iniciação cristã, mas, sim, um itinerário catequético perma
-
nente” (DAp 298). Mais do que preparar para a “primeira”
Eucaristia, ela deve formar para a iniciação à vida eucarís
-
tica, a fim de que, “reunidos pelo Espírito num só corpo,
nos tornemos em Cristo um sacrifício vivo”, para o louvor
da glória de Deus (Missal Romano / Oração Eucarística IV).
120.
O processo de formação catequética deve ter inspiração
catecumenal, ou seja, partir de uma experiência pessoal e
profunda com Cristo através do anúncio querigmático, para
uma caminhada gradual de discipulado ao longo da qual o
catequizando (aqueles que já receberam o batismo) ou o
catecúmeno (aquele que se prepara para receber o batismo)
vai aprofundando sua fé e se fortalecendo para a missão de ser Igreja presente no mundo: “Sentimos a urgência de de
-
senvolver em nossas comunidades um processo de iniciação
na vida cristã que comece pelo querigma e que, guiado pela
Palavra de Deus, conduza a um encontro pessoal, cada vez
maior, com Jesus Cristo, perfeito Deus e perfeito homem,
experimentado como plenitude da humanidade e que leve
à conversão, ao seguimento em uma comunidade eclesial e
a um amadurecimento da fé na prática dos sacramentos, do
serviço e da missão” (DAp 289).
121.
Dentro do conjunto do processo catequético, a preparação
imediata para a Eucaristia introduz as crianças de modo or
-
gânico no mistério da Páscoa, na ceia eucarística e na com
-
preensão do lugar central que esta ocupa na vida da Igreja e
na economia da salvação (cf. CT 37).
122.
A adequada vivência da renovação pascal supõe a fase pe
-
nitencial da quaresma, momento propício para uma pro
-
funda conscientização sobre o sentido do sacramento da
Reconciliação.
123.
“A vida cristã em comunidade não se improvisa, é preciso
educar para ela com cuidado” (DGC n
o
86). Além de buscar
a comunhão em nível paroquial e diocesano, a catequese
deve ter como ponto fundamental a fidelidade à Igreja como
um todo, em seu Magistério oficial centrado nas orientações
do Papa. “Todo aquele que catequiza sabe que a fidelidade
a Jesus Cristo anda indissoluvelmente unida à fidelidade à
Igreja; que ele, com seu trabalho, está continuamente a edi
-
ficar a comunidade e a transmitir a imagem da Igreja; que
deve fazer isto em união com os Bispos e com a Missão
recebida deles.” (Puebla 99).
124.
A catequese deve formar nos catequizandos a consciência
de “ser Igreja”, ser parte do Povo de Deus, membros do úni
-
co Corpo de Cristo, ligados a todos os outros membros pela
filiação comum ao mesmo Pai e pela união com Cristo, a
cabeça da Igreja, visivelmente representada pela colegiali
-
dade dos bispos em comunhão com o Papa, realizando a
unidade na diversidade. Esse é o desejo de Jesus: “Que se
-
jam perfeitos na unidade, para que o mundo creia que tu me
enviaste.”(Jo 17,23).
125.
A metodologia adotada, sem deixar de ser querigmática,
deve ter em conta as modernas orientações da pedagogia,
utilizando linguagem acessível às crianças e recursos didá
-
ticos apropriados para explicar a fé e motivar na criança o
seguimento de Jesus e a inserção na vida da Igreja.
126.
Nos encontros de catequese, além da formação doutrinária
e da preparação específica para determinado sacramento, o
catequizando deverá receber também uma formação huma
-
na e cristã integral, que o capacite a viver e atuar como cris
-
tão, testemunha do Evangelho e agente de transformação
nos diversos ambientes de que participa.
127.
Mais importante do que estipular uma idade para a recep
-
ção dos sacramentos, é garantir a educação da fé, a inicia
-
ção à vida cristã, a formação do cristão comprometido com
os valores evangélicos. “A recepção do sacramento é uma
decorrência da caminhada da fé e da vida comunitária”
(DNC 312b). “Por isso, compete a cada Igreja particular,
com a ajuda das Conferências Episcopais, estabelecer um
processo catequético orgânico e progressivo que se estenda
por toda a vida, desde a infância até a terceira idade” (DAp
298). “Antecipar a idade para a recepção dos sacramentos
pode ser, para muitos, antecipar a fragilidade da fé no coti
-
diano da vida e o distanciamento da vida da comunidade”
(DNC 313).
128.
Em atenção à evangelização e em preocupação com as
crianças ingressadas na catequese, o presbitério presidido
pelo Bispo, em reunião realizada em novembro de 2011, na
cidade de Monte Alegre do Sul, definiu:
a)
Dois anos de pré-catequese, direcionada à idade de seis
e sete anos. Embora seja opcional, seria recomendável
que todas as paróquias a tivessem, pois as crianças nes
-
sa idade são mais receptivas à evangelização.
b)
Três anos de preparação para a primeira Eucaristia, a
partir da idade de oito ou nove anos.
c)
Que seja oferecida e incentivada a participação na
Perseverança ou Catequese com Adolescentes após a
Eucaristia, durante um ano e meio, até o início da pre
-
paração específica para o sacramento da Crisma.
Diocese de Amparo |
Diretório dos Sacramentos | 37
d)
Um ano e meio de preparação específica para a Crisma.
Para ser crismado, o jovem deverá ter completado 15
anos de idade, como indica a CNBB.
e)
Catequese de adultos: um ano de preparação, seguindo
o RICA, a partir dos 18 anos de idade. De acordo com
o C.D.C, cân. 866, o candidato adulto deve receber, na
mesma ocasião, o Sacramento da Crisma (e do Batismo,
caso não o tenha).
129.
A preparação deverá ser feita, como regra geral, na paróquia
ou comunidade em que a família participa. Para que seja
realizada em colégios e centros comunitários, os mesmos
consultem o Bispo diocesano e, mediante sua autorização,
estejam atentos às orientações da diocese quanto ao tempo
de duração, ao itinerário e ao conteúdo, em comunhão com
a paróquia local, que fará o devido registro.
130.
O conteúdo dos encontros de Catequese Infantil deverá ter
por base o Catecismo da Igreja Católica. Sugerimos o seguin
-
te esquema:
Pré-catequese

1
o
ano: Deus Criador do mundo visível, da natureza e do
homem. A descoberta do corpo e as relações do “eu” com
Deus e com a natureza.

2
o
ano: A liturgia – o ano litúrgico – os símbolos e seu sig
-
nificado (ex: a cruz, a pomba, o peixe, os ramos, o lírio,
os 4 animais que representam os evangelistas, símbolos
pascais e natalinos, os sacramentais). As relações do “eu”
com Deus, consigo mesmo e com o outro. Vivência afeti
-
va na família e na Igreja.
Catequese

1
o
ano: O projeto de Deus – Antigo Testamento –
Mandamentos. Deus escolhe um povo, faz aliança e cami
-
nha com ele, realizando uma história de salvação. Ação
de Deus e resposta dos homens. Sugestão: realizar rito de
entrega da Bíblia, dentro de uma celebração eucarística
com participação dos pais e da comunidade.
ᐅ 2º ano: Jesus Cristo – Novo Testamento – Jesus Deus e
homem – a lei levada ao seu pleno sentido – formação de
discípulos para continuar sua missão – a salvação realiza
-
da. Sugestão: realizar rito do Pai-Nosso.

3
o
ano: O Espírito Santo e a Igreja – Sacramentos – Jesus
como o grande sacramento do Pai – o Espírito Santo como
presença de Jesus na Igreja – o corpo humano como tem
-
plo do Espírito Santo – apresentar o testemunho de Maria
e de alguns santos (o padroeiro, São Pedro, São Paulo,
São José, São João Batista, etc.) como exemplo de como
viver o seguimento de Jesus. Preparação imediata para a
vida Eucarística. Sugestão: no decorrer do ano, realizar
rito do Credo.
IV. CELEBRAÇÃO DA PRIMEIRA EUCARISTIA
131.
A primeira Eucaristia será celebrada festivamente, e, se pos
-
sível, num domingo dentro do tempo Pascal, para enfatizar
a centralidade do mistério da Paixão, Morte e Ressurreição
do Senhor e para evitar o risco de comparar a admissão à eu
-
caristia com um “certificado de conclusão de curso”, como
pode ocorrer quando ela é celebrada perto do encerramento
do ano escolar.
132.
É recomendável o uso de vestes simples, dignas e decentes,
que respeitem a dignidade do sacramento, evitando gastos
inúteis e desigualdade entre os comungantes.
133.
Seja dada a devida honra ao momento da Renovação das
Promessas Batismais, que deve ocorrer antecedendo a ce
-
lebração da primeira Eucaristia, justamente para enfatizar
a unidade entre os sacramentos de iniciação, e, ao mesmo
tempo, para levar pais e padrinhos a reassumir com maior
ardor o “sim” oferecido junto à pia batismal de seus filhos
e afilhados, estimulando-os a continuar acompanhando o
catequizando no caminho do ser Igreja.
134.
Os pais estejam envolvidos e motivados a participar da pre
-
paração e da celebração, conforme a programação da paró
-
quia, e o pároco cuide de acolher a todos com caridade e
alegria, sem gerar qualquer tipo de distinção ou julgamento.
V. PREPARAÇÃO DE ADULTOS PARA A PRIMEIRA
EUCARISTIA
135.
A partir do Concílio Vaticano II, a Igreja vem dedicando es
-
pecial empenho ao processo de formação na fé, redirecio
-
nando as energias da catequese para o mundo dos adultos
e tentando restabelecer o antigo processo de catecumenato.
A catequese volta a priorizar os adultos e recupera o caráter
de formação global, permanente e abrangente que visa for
-
mar cristãos autênticos, capazes de viver sua fé não apenas
como um acessório, um título, mas sim como uma forma de
compreender e viver a existência como um todo. O primei
-
ro
Diretório Catequético Geral
(1971), fruto do Concílio, já
propunha: “Os pastores lembrem-se de que a catequese de
adultos, visando a pessoas capazes de uma adesão plena
-
mente responsável, deve ser considerada como a principal
forma de catequese, à qual todas as outras, embora sempre
necessárias, de certa maneira são ordenadas” (Estudo da
CNBB n
o
80 – “Com Adultos, Catequese Adulta”, 137).
136.
Para evitar qualquer confusão entre o catecumenato adulto
(cf. RICA) e o processo catequético permanente que deve
iniciar-se na infância, estipulamos, para o ingresso na cate
-
quese de adultos, a idade mínima de 18 anos.
137.
Para preservar a unidade entre os sacramentos da iniciação,
o adulto, caso não tenha sido ainda crismado, seja prepara
-
do também para receber o sacramento da Crisma.
138.
É louvável seguir o ano litúrgico na preparação dos adultos
para receberem a Eucaristia, conforme o Ritual de Iniciação
Cristã de Adultos – RICA, com toda a sua riqueza celebrativa
que favorece a experiência pessoal da fé: “Recordamos que
o caminho de formação do cristão, na tradição mais antiga
da Igreja, ‘teve sempre um caráter de experiência, na qual
era determinado o encontro vivo e persuasivo com Cristo,
anunciado por autênticas testemunhas’ (SC 64). Trata-se
de uma experiência que introduz o cristão numa profun
-
da e feliz celebração dos sacramentos, com toda a riqueza
de seus sinais. Desse modo, a vida vai se transformando
progressivamente pelos santos mistérios que se celebram, capacitando o cristão a transformar o mundo. Isto é o que
se chama “catequese mistagógica” (DAp 290).
139.
Os adultos que se preparam para a primeira eucaristia devem
participar da comunidade e nela percorrer um itinerário cate
-
quético próprio, de tal modo que possam testemunhar com
ardor a fé assumida, na edificação do reino (cf. DGC, 44). Isso
inclui “uma participação ativa, consciente, autêntica na litur
-
gia da Igreja” e uma conveniente educação “para a oração,
a ação de graças, a penitência, o sentido comunitário, uma
compreensão adequada dos símbolos...” (DGC, 25).
140.
Os adultos vêm encontrando cada vez mais dificuldade em
aplicar na vida concreta os ensinamentos religiosos recebi
-
dos na infância, e passam assim a viver “uma fé individu
-
alista, intimista, infantil, ritualista, desencarnada” (Estudo
da CNBB n
o
80 - Com Adultos, Catequese Adulta, 128). O
modelo de formação que a maioria deles recebeu mostra-se
insuficiente para despertar e manter uma fé autêntica, ma
-
dura, assumida, comprometida.
141.
É comum, hoje, ver pessoas que se declaram católicas por
-
que foram batizadas, mas são totalmente despreparadas em
matéria de fé, e por isso se veem confusas e incapazes de
discernimento diante da avalanche de propostas religiosas
as mais variadas e mesmo contraditórias, que lhes são apre
-
sentadas. Tal situação prejudica também a catequese infan
-
til, pois os pais se tornam incapazes de exercer sua missão
de primeiros catequistas dos filhos, e as crianças se deparam
constantemente com uma grande contradição entre o que
aprendem na catequese e o que vivem no dia-a-dia em famí
-
lia e na escola. Torna-se impossível, em tais circunstâncias,
viver a catequese como um processo de formação integral e
preparação para uma vida cristã autêntica, como deve ser.
142.
Na catequese com adultos, mais ainda que na das crianças
e jovens, os catequizandos “não devem ser considerados
simples destinatários, mas
interlocutores
de nossa proposta
de fé, sujeitos ativos, conscientes e corresponsáveis, e não
puros receptores silenciosos e passivos. É uma catequese
feita de partilha de saberes, experiências e iniciativas, em
que ambos os lados (catequistas e catequizandos) criam Diocese de Amparo |
Diretório dos Sacramentos | 41
laços, buscam, ensinam, aprendem e vivenciam a vida cris
-
tã” (Com adultos, Catequese Adulta, 150).
143.
Além de voltada para os adultos, “é preciso que a própria
catequese seja adulta”. Não se pode falar aos adultos com a
mesma linguagem com que se fala às crianças. É preciso le
-
var em consideração sua experiência de vida e seus recursos
espirituais e culturais, sem esquecer, também, as caracterís
-
ticas, valores e expectativas das diferentes faixas etárias: o
adulto jovem, a fase da maturidade e a terceira idade.
144.
A catequese com adultos tem em vista oferecer oportunida
-
des de formação, aprofundamento na fé e vivência cristã a
toda a comunidade, incluindo os que já receberam os sacra
-
mentos de iniciação. Deve dar resposta às dúvidas religiosas
e morais de hoje, desenvolvendo os fundamentos da fé e
educando para a responsabilidade na vivência pessoal, fa
-
miliar e comunitária. Isso se fará por meio do incentivo à
participação ativa nas diversas atividades da comunidade,
incluindo a frequência aos sacramentos (que alimentam a
vida da graça) e a participação em movimentos de espiri
-
tualidade ou pastorais, tais como: Encontro de Casais com
Cristo (3 etapas), CLC, Círculos Bíblicos, Grupos de Oração,
novenas (Natal, Padroeiros), Mãe Rainha, Vida Ascendente,
Missões Populares, Campanha da Fraternidade e Via-Sacra
(Quaresma), Legião de Maria, Renovação Carismática e
outros movimentos, formação e atualização para catequis
-
tas e ministros extraordinários da distribuição da Sagrada
Eucaristia, módulos de formação permanente e demais ini
-
ciativas de formação sistemática promovidas pela Diocese,
de acordo com o 1
o
Plano de Pastoral.
145.
Para os adultos que ainda não receberam os sacramentos
de iniciação, a catequese deverá adotar um esquema de for
-
mação na fé elaborado pela Diocese, abrangendo os níveis
teológico, espiritual e vivencial e edificando a vida cristã em
âmbito pessoal, social e comunitário.
146.
A metodologia para iniciação de adultos utilizará, também,
a força conjunta das diversas pastorais e movimentos da
Diocese, para promover de forma contínua o conhecimento
e o discernimento dos fundamentos teológico-pastorais de 42 | Diretório dos Sacramentos
| Diocese de Amparo
nossa Igreja: sacramentos, ministérios, mariologia, eclesio
-
logia, pneumatologia, etc.
147.
Como já foi lembrado, toda a catequese – e fundamental
-
mente a de adultos – surge do conteúdo bíblico. Diante da
grande diversidade e frequente carência em termos de co
-
nhecimento e vivência nessa área, torna-se imprescindível,
para um melhor aproveitamento, uma preparação prévia
quanto ao manuseio da Sagrada Escritura.
148.
O rito de cada sacramento deve ser realizado de acordo com
as diretrizes expressas no Ritual para Iniciação Cristã de
Adultos (RICA). Por exemplo: o batismo de adultos tem um
ritual próprio, diferente do das crianças. Será seguida a or
-
dem original para a iniciação de adultos: Batismo – Crisma
– Eucaristia. O roteiro para os encontros fundamenta-se no
Catecismo da Igreja Católica.
149.
A preparação para o Batismo terá como tema: O que é a
Fé – Em que cremos (profissão de fé) – Quem é Deus, sua
Revelação e a resposta do homem – A história da Salvação
(Criação, Pecado, Redenção) – Os ensinamentos de Jesus:
caminho para concretizar o Reino de Deus – O Espírito Santo
e a Igreja como Corpo de Cristo e Sacramento de Salvação –
Os Mandamentos – Maria – A escatologia.
150.
Na preparação para a Crisma, o tema será: Como vivenciar
a fé – Como ser imagem de Cristo – A pertença à Igreja – A
Liturgia e os Sacramentos (eu celebro aquilo que vivo) –
Consciência e Moral – Vocação à Santidade – Compromisso
Social.
151.
Na preparação para a Eucaristia, veremos: Como alimen
-
tar a Fé – o Mistério Eucarístico em todos os seus aspec
-
tos – Estrutura da Missa – O Pão da Palavra como parte do
mistério Eucarístico – A vida de Oração (o Pai-Nosso como
modelo de oração).
VI. CATEQUESE E PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
152.
Sobre esse tema, consultar o conteúdo do Diretório Nacional
de Catequese, nºs 202 a 208.
VII.
MISSÃO E FORMAÇÃO DOS CATEQUISTAS
EM GERAL
153.
Numa visão geral, o catequista se equipara ao evangelizador
ou missionário. São catequistas todas as pessoas que anun
-
ciam a outras a mensagem cristã, levando-as a conhecer a
Deus e a seguir os passos de Jesus. Esse anúncio pode ser
feito de diversas formas, sendo o exemplo pessoal a mais es
-
sencial e eficaz. Todo cristão autêntico é catequista, pois sua
vida dá testemunho de Cristo: “O testemunho é fundamental.
A Palavra de Deus é eficaz por si mesma, mas adquire sentido
concreto quando se torna realidade na pessoa que anuncia”
(João Paulo II, homilia em Porto Alegre, 05/07/80).
154.
A vocação catequética “é uma realização da vocação batis
-
mal. Pelo batismo, todo cristão é mergulhado em Jesus Cristo
e participa de sua missão profética: proclamar o Reino de
Deus. Pela Crisma, o catequista é enviado para assumir sua
missão de dar testemunho da Palavra com força e coragem.”
(Estudo da CNBB n
o
59: “Formação de Catequistas”, n
o
44).
155.
Os pais são os primeiros catequistas dos filhos. “Nos primei
-
ros anos da vida da criança, lançam-se as bases e o funda
-
mento do seu futuro. Nessa idade, Deus passa de modo par
-
ticular através da intervenção da família. Por isso mesmo,
devem os pais compreender a importância de sua missão a
esse respeito. Em virtude do Batismo e do Matrimônio, são
eles os primeiros catequistas de seus filhos. De fato, educar
é continuar o ato de geração.” (João Paulo II, homilia em
Porto Alegre, 05/07/80, n
o
18).
156.
Alguns membros da comunidade são chamados a uma mis
-
são catequética mais específica, escolhidos, formados e en
-
viados para um trabalho sistemático de formação na fé di
-
rigido a crianças, jovens ou adultos. São essas pessoas que,
normalmente, recebem o nome de “catequistas”. Mas sua
missão, embora específica, decorre também da própria vo
-
cação cristã comum a todos os batizados, e seu trabalho é
parte integrante da vida cristã como um todo, devendo por
isso realizar-se em harmonia e em ação conjunta com os
demais setores da vida eclesial.
44 | Diretório dos Sacramentos
| Diocese de Amparo
157.
O catequista deve ser pessoa de fé madura e esclarecida, de
vivência espiritual profunda e oração frequente, que manifeste
docilidade à ação do Espírito Santo e um sincero interesse pelo
Reino de Deus, que se deixe formar constantemente no segui
-
mento de Jesus Cristo em comunhão com a Igreja, na escuta
atenta e orante da Palavra de Deus, na vivência dos valores e
do mistério cristão na práxis da Liturgia e nos Sacramentos,
com espírito de serviço e de comunhão. Deve ter recebido os
sacramentos de iniciação e dar um testemunho real de vivência
cristã pessoal e comunitária, além de manifestar vocação mis
-
sionária e ter boa capacidade de comunicação.
158.
Além de ser pessoa de fé, é indispensável que o catequista
seja também pessoa psicologicamente equilibrada. Portanto,
na formação dos catequistas, um dos objetivos é promover
o desenvolvimento de sua personalidade humana, seu cres
-
cimento e amadurecimento como pessoa, incluindo o equi
-
líbrio emocional, a educação da afetividade, a valorização
de si mesmo e dos outros, bem como o aprofundamento das
motivações que o chamam ao trabalho catequético.
159.
A formação dos catequistas deve também desenvolver e
aprimorar suas qualidades pedagógicas, sua capacidade de
transmitir a outros, com fidelidade e eficácia, a fé e os ensi
-
namentos da Igreja, que ele próprio professa e vive.
160.
Assim como a formação cristã nunca está completa, mas
é um processo permanente que deve ser continuamente
aprofundado e renovado, também o catequista nunca está
“pronto”, está sempre em processo de formação. É indis
-
pensável investir constante e intensamente na formação dos
novos catequistas e na atualização dos que já estão atuando,
valendo-se de todos os meios materiais e espirituais para
capacitá-los e fortificá-los como cristãos autênticos, capa
-
zes de transmitir a fé, tanto por seu modo de ser e de viver
quanto por suas palavras.
161.
O processo de formação permanente requer:
a)
Participação efetiva na comunidade;
b)
Participação ativa nas reuniões, assembleias, encontros
de formação ou de avaliação, cursos de atualização,
treinamentos e demais atividades promovidas pela paróquia ou pela diocese;
c)
Contato, apoio e acompanhamento contínuo do pároco
e dos coordenadores da catequese. É dever do pároco
criar momentos de formação, pois ele participa por ofi
-
cio do múnus de Cristo de ensinar em comunhão com
o Bispo;
d)
Empenho do catequista em sua formação pessoal, por
meio da oração e leitura da Palavra de Deus, dos santos
Padres, da vida dos santos, estudo dos documentos da
Igreja e outras leituras que o ajudem, não só a viver me
-
lhor sua fé, mas também a entender melhor o mundo, o
homem e sua realidade.
e)
Revisão e renovação constante dos métodos catequéti
-
cos, para estar sempre em sintonia com a caminhada da
Igreja e com as novas necessidades e situações que vão
surgindo.
162.
A formação dos catequistas deve proporcionar um conhe
-
cimento sistemático, orgânico e progressivo da mensagem
cristã, colocando no centro a Palavra de Deus, a pessoa e
o mistério de Cristo, a comunhão e o serviço como caráter
distintivo da Igreja. Esse conteúdo abrange:
a)
O conhecimento, compreensão e interpretação atualiza
-
da das diversas etapas da História da Salvação, ou seja,
a capacidade de ler, interpretar e aplicar na vida concre
-
ta os temas fundamentais da Sagrada Escritura.
b)
A compreensão da Igreja como depositária e transmisso
-
ra da fé, sinal de salvação e comunidade de servidores,
num mundo que precisa ser transformado pela evange
-
lização.
c)
A capacidade de compreender e transmitir as verdades
essenciais da fé, expressas no símbolo apostólico e na
doutrina em geral, incluindo também as suas aplicações
na esfera social e moral, ou seja, fazer a passagem da
doutrina para a vida, e promover uma leitura cristã dos
acontecimentos pessoais e comunitários.
d)
A fidelidade à vocação humana como imagem e se
-
melhança de Deus, destinado, por graça, a entrar em
amizade com Ele e comungar de sua vida. Isso inclui a
consciência da dignidade inviolável da pessoa humana e
a rejeição de qualquer visão ou sistema de pensamento
que atente contra essa dignidade, sejam eles de caráter 46 | Diretório dos Sacramentos
| Diocese de Amparo
científico, psicológico, político, econômico ou mesmo
religioso. Ex: aborto, eutanásia, divórcio, união entre
pessoas do mesmo sexo, experiências genéticas com em
-
briões humanos, controle de natalidade imposto por po
-
líticas econômicas, políticas de repressão religiosa, etc.
163.
Os catequistas nunca devem atuar isoladamente, mas sem
-
pre em sintonia com os demais, num trabalho de equipe.
Também a formação dos catequistas deve ser feita em con
-
junto. O grupo é fonte de vida e de crescimento na fé e
na esperança, ajuda a desfazer os medos, dúvidas e inse
-
guranças e a adquirir confiança e coragem, por meio “do
diálogo da comunhão fraterna, da partilha de problemas
e da busca de soluções, das preocupações e das alegrias
da atividade catequética” (DNC Formação de Catequistas,
n
o
72). A formação em conjunto proporciona “oportunida
-
des para a oração em comum, a reflexão, a avaliação das
tarefas realizadas, o planejamento e a preparação dos traba
-
lhos futuros” (idem, n
o
74).
164.
Como meio concreto de valorizar a missão do catequista e
dinamizar a sua formação, seja considerada com carinho
a proposta de instituir, em nossa Diocese, o “ministério do
catequista”, de forma semelhante àquela adotada para os
ministros extraordinários da comunhão eucarística. Na prá
-
tica, isso significa:
a)
Que todo catequista deverá, necessariamente, passar
por um processo sistemático de formação teológica e
metodológica (escola bíblico-catequética), antes de ini
-
ciar suas atividades. Após a conclusão da formação, será
investido na função de catequista, preferencialmente
pelo bispo, em celebração solene, na presença de toda a
comunidade paroquial.
b)
Que essa investidura deverá ser renovada a cada dois
anos, mediante o desejo do catequista e a aprovação do
pároco. Catequistas não investidos não serão autoriza
-
dos a exercer o ministério.
c)
Que a diocese – e, se possível, cada paróquia – deverá
possuir a sua própria escola catequética, com currículo
aprovado pelo Bispo diocesano e controle de aproveitamento e frequência.
Diocese de Amparo |
Diretório dos Sacramentos | 47
d)
Que, a cada ano, os catequistas passarão por novo pro
-
cesso formativo (encontros de atualização e aprofunda
-
mento), que não deve ser confundido com a formação
inicial (escola catequética).
165.
Nossa Diocese deverá se organizar no sentido de tornar viável
essa proposta. Apresentamos a seguir uma sugestão de conte
-
údos para a escola catequética que poderá ser organizada em
módulos, cada um com duração de pelo menos trinta horas/
aula. Conteúdos: Primeiro módulo: O Anúncio Querigmático
e a História da Salvação; Pneumatologia e Trindade. Segundo
módulo: História da Igreja I: Desenvolvimento da doutrina,
estudo do Credo, documentos da Igreja, Vaticano II. Terceiro
módulo: História da Igreja II: Desenvolvimento da Liturgia
e dos Sacramentos – Mistagogia. Quarto módulo: História
da Igreja III: Desenvolvimento da Espiritualidade: oração,
devoções, estudo do Pai-Nosso, Mariologia.
166.
Tenha o padre na Paróquia especial cuidado com a pastoral
da catequese em geral, visitando os catequizandos e for
-
mando com eles uma relação de pastoreio, ao mesmo tempo
em que anima e incentiva os catequistas a permanecerem
firmes no trabalho de ensinar os caminhos da fé.
 
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