Paróquia Santo Antônio - Itapira - Diocese de Amparo
 
 

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Mensagem de PÁSCOA de Dom Luiz Gonzaga Fechio:

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A NOSSA PÁSCOA DE CADA DIA, NA PÁSCOA DO SENHOR

Estamos na Páscoa! A Páscoa não é apenas um domingo, no calendário da Igreja. Ela é um tempo, o qual, todo ele, em nossa “folhinha” católica, é celebrado verdadeiramente como Páscoa, um tempo que se estende por 7 semanas, a partir do Domingo da Ressurreição.

Ao longo desses 50 dias especiais de celebração do Cristo Ressuscitado, vencedor do pecado e da morte, aquele que, verdadeiramente, merece ser chamado “Senhor”, é muito importante refletirmos: o que tem significado para mim o acontecimento de Jesus ressuscitado? O que ficou da quaresma e da semana santa em mim, em meu ser feito à imagem e semelhança de Deus? O que significa dizer: sou um ser “humano”, quando pensamos na humanidade de Jesus, ao longo da sua vida, e, de modo especial, nos últimos dias dele, antes de ser crucificado? Não teria sentido algum existir quaresma e semana santa sem Páscoa! Se Jesus não tivesse ressuscitado, não teríamos motivo para celebrar. O que iríamos celebrar? A dor, o sofrimento, a morte?

Tenho certeza que nós sabemos disso muito bem. Porém, não podemos nos esquecer que a nossa penitência ou o nosso sacrifício na quaresma, bem como a nossa participação naquelas celebrações tão belas, tudo o que fizemos e avaliamos como “muito bom”, pode ficar para trás. Então, é útil e necessário nos questionarmos permanentemente, mas, principalmente neste tempo pascal: mediante tanta programação que foi realizada e participada, como a minha vida tem sido e pode ser uma melhor “passagem” (Páscoa), concretamente se expressando? Quais são os sinais de morte que eu trago comigo, ainda – e talvez, sinais fortes – desse “túmulo” escuro e que cheira tão mal, alguns dos quais eu não tenho nem consciência e outros que eu sei muito bem que não são uma boa escolha, conforme o plano de Deus?

Concordemos que não é fácil viver a Páscoa, fazer aquela Páscoa como vitória de Cristo refletir no “hoje” da nossa história, ainda fortemente marcada por uma dor ou um sofrimento que nem sempre é da vontade de Deus. É evidente que podemos ser provados por Ele e, quando isso acontece, certamente algo valioso temos a aprender. O problema é que muitos acontecimentos tristes são atribuídos a Deus, sem um bom senso ou uma reflexão mais madura para reconhecer que muito do que vemos de mal e sofremos deve-se a uma opção que não foi Deus quem tomou, e sim, a liberdade humana, ou seja, o nosso querer. Este querer é, muitas vezes, ganancioso e num grau tão elevado que as consequências podem ser muito danosas à Mãe Terra, nossa gigantesca Casa comum, que, mal cuidada, torna-se horroroso lugar de contaminação, de doença, de morte, como maravilhosamente bem nos fez lembrar a Campanha da Fraternidade, fazendo eco à belíssima carta encíclica do Papa Francisco, Laudato Si’.

Que Maria, para nós, aqui, Nossa Senhora do Amparo, seja aquela pessoa para quem olhamos e enxergamos alguém muito especial que nos motiva a ser, no seguimento do Seu Filho, cristãos que comunicam aos irmãos, uma “realidade de páscoa constante”.

Diga isso pra você mesmo(a), muitas vezes: “Jesus me quer ressuscitado(a) com ele!”.

Dom Luiz Gonzaga Fechio
 
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