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São Sebastião:

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São Sebastião

A figura de S.Sebastião é popular, embora sua história e martírio gozem de menos testemunhos críticos. A representação gráfica de São Sebastião – atado a arvore nu e cravado em setas – é muito antiga e divulgada. Assim foi representado frequentemente pelos artistas do Renascimento. Funda-se nas afirmações e descrição que fazem do seu martírio, as chamadas Actas de Santo Ambrósio, compostas provavelmente no século V, por autor desconhecido. Contra a substância da história de S. Sebastião, nada provou ao certo a crítica moderna, embora alguns hipercríticos tenham chegado a negar a sua existência histórica. Trata-se de aberração lamentável, totalmente inadmissível, pois S. Ambrósio, do séc. IV, diz-nos textualmente o seguinte: “Aproveitamos o exemplo do mártir S. Sebastião, cuja festa celebramos hoje. Era oriundo de Milão e foi para Roma no tempo em que a fé sofria lá tremenda perseguição. Aí padeceu, quer dizer, foi coroado”. A deposição de mártires da Igreja romana diz-nos que S. Sebastião está enterrado no cemitério chamado “Ad Catacumas”. E o calendário jeroniano indica mais concretamente o seu sepulcro: está na galeria subterrânea, junto à memória dos apóstolos Pedro e Paulo. Lá, com efeito, pouco além do cemitério de S. Calisto, elevou-se uma grande igreja em honra a S. Pedro e S. Paulo, que depois, e ainda nos nossos dias, se chama de S. Sebastião. O altar atual das suas catacumbas está adornado com um expressivo busto de Lorenzo Bernini. A mais antiga imagem do Santo, do século V, encontrada na cripta de Cecília, nas catacumbas de S. Calisto, representa-o com túnica e pálio. É um mosaico do século VII, em S. Paulo, em S. Pedro “in vinculis”, como homem de barba farta e com traje próprio do palácio imperial. Não é lícito, por conseguinte insistir muito na categoria de militar do Santo. Morreu em princípios do séc. IV, quando Diocleciano estava no Oriente e governava a península italiana o seu colega Maximino Hercúleo. Podemos prosseguir julgando que era um valente e robusto Centurião do exército imperial. Obrigado a sacrificar aos deuses, negou-se absolutamente e foi atado a uma árvore, no parque do imperador, despojado dos seus distintivos militares e cravado de setas pelos seus mesmos soldados, que o deixaram por morto. Mas na realidade não o estava e, restabelecido do primeiro tormento, entrou no palácio para confessar novamente a fé; então a guarda de Maximino pôs-lhe fim à vida. Passou assim por um duplo martírio. Os fiéis invocaram-no sempre, desde a antiguidade, como advogado especial contra as pestes.


Fonte:SANTOS DE CADA DIA I
Editora A.O. – Braga
(por Cristiano Frutuoso).
 
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