A atual Matriz de Santo Antônio de Itapira foi inaugurada e sagrada em 8 de abril de 1973. Sua construção não seria possível sem a ativa colaboração da comunidade local e de seu idealizador, o Cônego Matheus Ruiz Domingues, um espanhol nascido em Polopos, província de Granada, e que veio para o Brasil aos 8 anos de idade, onde em 1939 ingressou no Seminário do Ipiranga em São Paulo, sendo ordenado sacerdote em 1945. Anos mais tarde, em 1958, foi nomeado vigário da Igreja Santo Antonio, em Itapira.
Em Itapira, fundou o Educandário Nossa Senhora Aparecida, construiu a casa paroquial e a atual Matriz de Santo Antônio. Em maio de 1965, deu início às obras da futura Igreja, sendo que em 18 de julho de 1965, foi realizado o solene lançamento da Pedra Fundamental, com a presença do Arcebispo de Campinas, Dom Paulo de Tarso Campos.
Em 12 de março de 1967 foi inaugurada a primeira parte Igreja, constituída pelo Salão Paroquial e mais 8 compartimentos. Em 1970, o templo começava a ganhar cobertura. E mais tarde, em 8 de abril de 1973, com a presença de um grande número de fieis, a Igreja teve sua inauguração e sagração, feita em cerimônia, pelo então Arcebispo de Campinas, Dom Antonio Maria Alves Siqueira.
Itapira e toda sua comunidade católica ganhavam uma nova Igreja, construída em linhas modernas e que exibe logo na fachada, com cinco metros de altura, uma bela imagem do padroeiro, Santo Antonio, do escultor Lélio Coluccini. Suas linhas de concepção moderna se conjugam perfeitamente com a moldura arquitetônica formada pelo exterior do edifício.
A Igreja revela em todos os sentidos, uma união da arte com a fé. Sua decoração predomina no tema das mãos - "mãos que suplicam", "mãos que acolhem", "mãos que realizam"... (Via Sacra das Mãos - também do escultor Lélio Coluccini).
Fonte: Revista comemorativa dos 7 anos da Diocese de Amparo (2005).